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		<title>Pedro Elias</title>
		<link>https://www.redepax.pt/pedroelias/</link>
		<description><![CDATA[&#218;ltima atualiza&#231;&#227;o de Pedro Elias]]></description>
		<item>
			<title>Pedro Elias escreveu um artigo.</title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/52/a-revolução-que-mudou-portugal-e-o-mundo/</link>
			<description><![CDATA[<p><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:13.5pt"><span style="color:#993300">Em Janeiro de 2014, o cap&iacute;tulo 3 do livro &ldquo;<strong>Mem&oacute;rias de um Despertar</strong>&rdquo;, que iria ser lan&ccedil;ado apenas seis meses depois, a 10 de Junho, come&ccedil;ou a ser distribu&iacute;do, em jeito de separata, com o t&iacute;tulo &ldquo;<strong>A Revolu&ccedil;&atilde;o que mudou Portugal e o Mundo</strong>&rdquo; chegando aos poderes pol&iacute;ticos, sociais e econ&oacute;micos do pa&iacute;s, bem como &agrave; sociedade em geral.</span></span></span></span></p>

<p><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:13.5pt"><span style="color:#993300">Presidente da Rep&uacute;blica, Governo, Assembleia da Rep&uacute;blica, gabinetes e deputados europeus, Conselho Econ&oacute;mico e Social, munic&iacute;pios, juntas de freguesia, sindicatos, partidos pol&iacute;ticos, confedera&ccedil;&otilde;es, federa&ccedil;&otilde;es e uni&otilde;es representativas dos v&aacute;rios sectores, jornalistas, universidades, polit&eacute;cnicos, centros de investiga&ccedil;&atilde;o, movimento associativo, entre muitos outros, foram convidados a conhecer a vis&atilde;o preconizada nesta obra que foi profusamente partilhada, chegando a milhares de pessoas.</span></span></span></span></p>

<p><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:13.5pt"><span style="color:#993300">Hoje, 10 de Junho de 2020, seis anos depois, lan&ccedil;o uma nova vers&atilde;o dessa separata, dividida em tr&ecirc;s actos, onde inclui os cap&iacute;tulos 5 e 7 desse mesmo livro, e com isso trazendo, para al&eacute;m da revolu&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e econ&oacute;mica abordada no terceiro cap&iacute;tulo, a revolu&ccedil;&atilde;o social e espiritual desenvolvida nos restantes.</span></span></span></span></p>

<p><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:13.5pt"><span style="color:#993300">Neste ensaio de fic&ccedil;&atilde;o pretendi mostrar um futuro poss&iacute;vel de&nbsp;<strong>Portugal</strong>&nbsp;&agrave; luz da sua miss&atilde;o ancestral, cantada, escrita e declamada por tantos do passado, atrav&eacute;s da vis&atilde;o desse&nbsp;<strong>Quinto Imp&eacute;rio</strong>&nbsp;ungido pelo&nbsp;<strong>Esp&iacute;rito Santo</strong>&nbsp;que atrav&eacute;s de muitos fil&oacute;sofos e poetas sempre foi anunciado como a tarefa &uacute;ltima desta na&ccedil;&atilde;o.</span></span></span></span></p>

<p><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:13.5pt"><span style="color:#993300">Desde&nbsp;<strong>Padre Ant&oacute;nio Vieira</strong>&nbsp;que teorizou sobre aquilo que&nbsp;<strong>Bandarra</strong>&nbsp;j&aacute; profetizava, passando por&nbsp;<strong>Fernando Pessoa</strong>&nbsp;que soube ver no mito o imp&eacute;rio civilizacional mais do que o material, e terminando em&nbsp;<strong>Agostinho da Silva</strong>&nbsp;com a sua vis&atilde;o de um mundo gratuito, onde as pris&otilde;es estariam vazias porque os homens encontrariam em si a eterna crian&ccedil;a, que nada mais &eacute; que o pr&oacute;prio&nbsp;<strong>Cristo</strong>, transformando-a no verdadeiro imperador, esta obra afirma-se como um prolongamento desse veio prof&eacute;tico e messi&acirc;nico.</span></span></span></span></p>

<p><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:13.5pt"><span style="color:#993300">Dando corpo ao sonho e voz &agrave; esperan&ccedil;a, pretendi mostrar que &eacute; poss&iacute;vel cumprir&nbsp;<strong>Portugal</strong>&nbsp;no seu des&iacute;gnio maior, dissipando a n&eacute;voa que turva o olhar e revelando, de forma concreta, pr&aacute;tica, objectiva e pragm&aacute;tica um fazer poss&iacute;vel que pode inspirar todos aqueles que, sendo parte integrante dessa&nbsp;<strong>Alma</strong>&nbsp;que nos conduziu pela hist&oacute;ria, dever&atilde;o assumir o seu papel na consecu&ccedil;&atilde;o de todos os des&iacute;gnios que nos foram confiados, fazendo com que este pa&iacute;s se cumpra, cumprindo-se o mundo no despertar de uma&nbsp;<strong>Nova Terra</strong>&nbsp;e de um&nbsp;<strong>Novo Homem</strong>.</span></span></span></span></p>

<p><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:13.5pt"><span style="color:#993300">Paz Profunda,<br />
Pedro Elias</span></span></span></span></p>

<hr />
<p><strong><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:13.5pt"><span style="color:#993300">Poder&aacute; fazer o donwload gratuito deste livro aqui:<br />
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<br />
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<p>&nbsp;</p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/52/a-revolução-que-mudou-portugal-e-o-mundo/</guid>
			<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 23:06:44 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Pedro Elias</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title>Pedro Elias escreveu um artigo.</title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/40/o-mistério-da-cruz-e-a-alquimia-profunda/</link>
			<description><![CDATA[<p>Muitas foram as vezes, certamente, que todos n&oacute;s nos interrog&aacute;mos sobre o significado da Vida. Afinal, para que existe um universo manifestado se fora deste habita a perfei&ccedil;&atilde;o e a totalidade. Qual a raz&atilde;o da nossa ess&ecirc;ncia profunda se projectar em M&oacute;nadas e Almas para descer aos mundos duais se, nestes mundos, n&atilde;o existe nada que possa adicionar ou subtrair o que quer que seja a essa mesma ess&ecirc;ncia? Afinal para que serve toda esta experi&ecirc;ncia?<br />
<br />
Num texto chamado &ldquo;<a href="https://www.pedroelias.org/blog/reflexoes/ascensao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Ascens&atilde;o</a>&rdquo; que escrevi h&aacute; uns vinte anos atr&aacute;s, tentei abordar este assunto colocando o foco na transubstancia&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria. Dizia: &laquo;<em>Quando encarn&aacute;mos neste Universo foi-nos passado para as m&atilde;os o barro em bruto e foi-nos dito: &ldquo;Trabalhai-o com o Fogo do vosso Esp&iacute;rito&rdquo;. Em etapas sucessivas dessa Encarna&ccedil;&atilde;o Maior, esse barro foi sendo moldado, ganhando forma e brilho. Um dia, dentro do processo linear-temporal, o barro ser&aacute; transformado em Luz e em Luz ser&aacute; devolvido ao Pai.&raquo;</em><br />
<br />
Creio que existe uma chave oculta neste barro que se transforma em Luz para ser devolvido ao Pai. E essa chave n&oacute;s encontramo-la na Cruz. A igreja retrata esse momento afirmando que o sofrimento de Jesus na cruz lavou os pecados do mundo. Eu diria que est&aacute; quase certo, mas encerra em si um equ&iacute;voco. &Eacute; que o sofrimento n&atilde;o tem poder alqu&iacute;mico, por ser meramente psicol&oacute;gico, e por isso a palavra sofrimento deveria ser substitu&iacute;da por dor.<br />
<br />
Olhemos ent&atilde;o com mais detalhe para este mist&eacute;rio.<br />
<br />
Na parte final da encarna&ccedil;&atilde;o de Jesus h&aacute; dois momentos muito particulares de grande sofrimento para ele, os &uacute;nicos em todo aquele processo. O primeiro foi quando Deus lhe apresentou o seu destino na Cruz e Jesus rejeitou esse destino dizendo: &laquo;Pai, tira de diante de mim este c&aacute;lice&raquo;. Ali ele sofreu por uns breves momentos por n&atilde;o aceitar a experi&ecirc;ncia que lhe estava a ser proposta. Mas logo depois anulou esse mesmo sofrimento, afirmando: &laquo;Mas seja feita a tua vontade e n&atilde;o a minha&raquo;. O segundo momento de sofrimento foi quando, j&aacute; na cruz, ele diz: &laquo;Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?&raquo; Aqui, uma vez mais, ele deixou-se levar pelas d&uacute;vidas e o sofrimento fez-se presente, mas logo depois, tal como anteriormente, anulou esse sofrimento ao afirmar: &laquo;Pai, em tuas m&atilde;os entrego o meu Esp&iacute;rito&raquo;. &Eacute; esta aceita&ccedil;&atilde;o integral da experi&ecirc;ncia que tem o poder de anular o sofrimento, e &eacute; na medida em que esse sofrimento &eacute; anulado que o processo alqu&iacute;mico pode ocorrer.<br />
<br />
Tudo o que aconteceu fora destes dois momentos muito particulares, que est&atilde;o ali para espelhar a pr&oacute;pria condi&ccedil;&atilde;o humana de Jesus, que foi um com todos, foi vivido por este na mais extrema das dores, mas em aceita&ccedil;&atilde;o plena e, por isso mesmo, sem uma &uacute;nica gota de sofrimento. E &eacute; a aceita&ccedil;&atilde;o plena desta dor extrema que encerra em si o mist&eacute;rio da Alquimia Profunda que transforma o mundo no resgate do carma atrav&eacute;s da transubstancia&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria. A ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus &eacute;, por isso mesmo, a express&atilde;o m&aacute;xima desse mesmo resgate atrav&eacute;s da ilumina&ccedil;&atilde;o plena do Ego que &eacute; ofertado ao Pai atrav&eacute;s do seu corpo de Gl&oacute;ria: o Corpo de Luz.<br />
<br />
Podemos observar esse mesmo mist&eacute;rio na vida de Padre Pio, por exemplo, que durante cinquenta anos viveu a dor extrema dos seus estigmas em aceita&ccedil;&atilde;o plena e com isso ajudou a aliviar muitos dos fardos do mundo, em particular aqueles decorrentes de uma Segunda Guerra Mundial despoletada por for&ccedil;as ocultas poderosas que tudo tentaram fazer para demov&ecirc;-lo da sua tarefa.<br />
<br />
Que possamos perceber que a dor &eacute; uma parte inerente &agrave; pr&oacute;pria encarna&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o temos como evit&aacute;-la dentro das suas m&uacute;ltiplas grada&ccedil;&otilde;es e dimens&otilde;es, sendo esta o resultado natural do atrito produzido pelo Fogo Fricativo que rege os mundos duais. Dor essa que n&atilde;o est&aacute; apenas confinada &agrave;s feridas do corpo f&iacute;sico, &agrave;s ang&uacute;stias e apegos do corpo emocional, &agrave;s quest&otilde;es existenciais do corpo mental, mas a todas as experi&ecirc;ncias vividas num mundo que est&aacute; em evolu&ccedil;&atilde;o. No entanto, apesar de todas essas manifesta&ccedil;&otilde;es de dor, somos n&oacute;s que decidimos se essa dor se transforma em sofrimento ou em alegria, em desespero ou em confian&ccedil;a, em solid&atilde;o ou em uni&atilde;o, nas l&aacute;grimas de quem se julga abandonado, ou na for&ccedil;a desse Olhar de Fogo que se oculta por detr&aacute;s dos contornos da m&aacute;scara civilizacional. Somos n&oacute;s que decidimos se aquela experi&ecirc;ncia que vivemos se perde no emaranhado da psicologia humana, e suas m&uacute;ltiplas constru&ccedil;&otilde;es artificiais, gerando o sofrimento como um res&iacute;duo ou se, pelo contr&aacute;rio, aceitamos, de forma plena, essa mesma experi&ecirc;ncia e, com isso, permitimos que esta seja ofertada pelo crescimento e amadurecimento do pr&oacute;prio Ego. Sim, porque &eacute; este Ego, que nos acompanha desde a primeira encarna&ccedil;&atilde;o, que est&aacute; em evolu&ccedil;&atilde;o, &eacute; este que precisa ser transubstanciado, &eacute; por este que aqui estamos ao servi&ccedil;o, ajudando-o na sua eleva&ccedil;&atilde;o at&eacute; que o mesmo seja ofertado ao Pai em Luz e Gl&oacute;ria. Se negamos as experi&ecirc;ncias que a vida nos apresenta como forma de lapidar esse mesmo Ego, bloqueamos todo o processo alqu&iacute;mico atrav&eacute;s da toxina que chamamos sofrimento.<br />
<br />
Jesus na cruz revela-nos a Alquimia Profunda a acontecer na sua m&aacute;xima voltagem, algo s&oacute; poss&iacute;vel de ser vivido pela afirma&ccedil;&atilde;o profundamente sentida e totalmente vertical de um: &laquo;Seja feita a tua vontade e n&atilde;o a minha&raquo;. Ou seja, algo s&oacute; poss&iacute;vel pela anula&ccedil;&atilde;o do sofrimento atrav&eacute;s da entrega e da aceita&ccedil;&atilde;o plena da experi&ecirc;ncia. Sem essa aceita&ccedil;&atilde;o o que fica &eacute; esse mesmo sofrimento, e este contamina-nos, paralisa-nos, &eacute; mort&iacute;fero no sentido de ter o poder de anular toda uma encarna&ccedil;&atilde;o e o seu prop&oacute;sito.<br />
<br />
Ao longo dos s&eacute;culos, atrav&eacute;s de algumas religi&otilde;es, habitu&aacute;mo-nos a olhar para o sofrimento como uma experi&ecirc;ncia nobre, como algo que encerrava em si mesmo uma certa eleva&ccedil;&atilde;o que dignificava o Homem. Pois, est&aacute;vamos errados. O sofrimento n&atilde;o tem poder alqu&iacute;mico nem enobrece ou verticaliza ningu&eacute;m. Pelo contr&aacute;rio, &eacute; o respons&aacute;vel pela mis&eacute;ria do mundo e pela pen&uacute;ria de vidas que se arrastam sem significado e sem prop&oacute;sito. O que realmente dignifica o Homem e o Verticaliza diante de Deus, &eacute; viver todas as experi&ecirc;ncias em aceita&ccedil;&atilde;o e entrega total. E isto foi aquilo que as for&ccedil;as involutivas sempre combateram, como o fizeram de forma persistente ao longo de toda a vida de Padre Pio, porque &eacute; desta Alquimia Profunda que nasce a sua anula&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Quando tentamos negar as experi&ecirc;ncias que a vida nos tr&aacute;s, seja pela dor provocada no viver quotidiano, ou pela ilus&atilde;o de caminhos espirituais distorcidos, como todos aqueles que buscam a anula&ccedil;&atilde;o do Ego atrav&eacute;s da subjuga&ccedil;&atilde;o total a um &ldquo;mestre&rdquo; encarnado que promete a liberta&ccedil;&atilde;o, acabamos sempre por abrir brechas para a ac&ccedil;&atilde;o dessas mesmas for&ccedil;as que tudo far&atilde;o para nos manter fora do nosso prop&oacute;sito mais profundo. O despertar pleno do Ser &eacute; totalmente in&uacute;til se n&atilde;o levarmos connosco esse Barro transubstanciado em Luz. &Eacute; isto que nos ensinam os verdadeiros Mestres, devolvendo-nos a responsabilidade pelo nosso pr&oacute;prio processo, sem nenhum tipo de depend&ecirc;ncia para com Eles, de forma a que possamos um dia alcan&ccedil;ar o mesmo grau de mestria.<br />
<br />
Termino este texto transformando a experi&ecirc;ncia que Jesus viveu na Cruz numa equa&ccedil;&atilde;o que encerra em si mesmo esse mist&eacute;rio da Vida. Que saibamos adaptar essa mesma equa&ccedil;&atilde;o &agrave; nossa vida pessoal, salvaguardando a devidas propor&ccedil;&otilde;es, retirando o extremo da dor, o pleno da aceita&ccedil;&atilde;o e o profundo da alquimia, pois estes processos est&atilde;o apenas reservados a grandes Almas, e com isso nos possamos entregar &agrave;s experi&ecirc;ncias que a vida nos traz sem rejeit&aacute;-las, aliviando, ou at&eacute; mesmo anulando, o sofrimento que resulta sempre da n&atilde;o aceita&ccedil;&atilde;o dessas mesmas experi&ecirc;ncias. Se o fizermos, passos importantes estaremos a dar nesse processo alqu&iacute;mico de lapidar o nosso Ego na subtiliza&ccedil;&atilde;o crescente da sua pr&oacute;pria subst&acirc;ncia at&eacute; que este se possa fundir nas vestes do Corpo de Luz que ele pr&oacute;prio foi tecendo ao longo das encarna&ccedil;&otilde;es com o melhor que colocou em cada experi&ecirc;ncia vivida e, atrav&eacute;s desse corpo, renascer das cinzas dessa Dor Ancestral, transfigurando-se em H&oacute;stia Consagrada que ser&aacute;, finalmente, devolvida &Agrave;quele que Tudo Criou.</p>

<p>Paz Profunda,<br />
Pedro Elias<br />
<a href="https://www.pedroelias.org/blog/">https://www.pedroelias.org/blog/</a></p>

<figure class="image"><a href="https://www.pedroelias.org/blog/images/misterio_da_cruz.jpg"><img src="https://www.pedroelias.org/blog/images/misterio_da_cruz.jpg" /></a></figure>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/40/o-mistério-da-cruz-e-a-alquimia-profunda/</guid>
			<pubDate>Sun, 16 Feb 2020 20:37:09 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Pedro Elias</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title>Pedro Elias escreveu um artigo.</title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/36/um-novo-olhar-sobre-o-ego/</link>
			<description><![CDATA[<p>Aprendemos a olhar para o Ego como um inimigo. Muitas pr&aacute;ticas espirituais colocam-no como o alvo a ser abatido, a raz&atilde;o que nos impede de evoluir, o obst&aacute;culo entre n&oacute;s e o Divino. Mas na verdade se n&atilde;o fosse pelo Ego n&atilde;o ter&iacute;amos sequer como estar encarnados a viver esta experi&ecirc;ncia que &eacute; profundamente sagrada. Talvez os anjos e arcanjos por c&aacute; pudessem andar, mas esses n&atilde;o sentem o mundo nem t&ecirc;m como o alquimizar, e por isso s&atilde;o in&uacute;teis sem a exist&ecirc;ncia dos mundos duais e suas m&uacute;ltiplas humanidades.<br />
<br />
O Ego &eacute; o fio condutor que liga todas as nossas encarna&ccedil;&otilde;es. &Eacute; o elo que nos une a todas as experi&ecirc;ncias vividas no passado como argamassa necess&aacute;ria &agrave; constru&ccedil;&atilde;o do Templo dentro do qual um dia a Alma brilhar&aacute;. &Eacute; a base a partir da qual toda a nossa encarna&ccedil;&atilde;o &eacute; estruturada, pois sem um Ego n&atilde;o haveria sequer experi&ecirc;ncia na mat&eacute;ria, e essa &eacute; a raz&atilde;o da queda do Homem sem a qual n&atilde;o ter&iacute;amos como fazer a s&iacute;ntese do C&eacute;u com a Terra e permitir que o planeta ascendesse a dimens&otilde;es superiores.<br />
<br />
O processo, por isso mesmo, n&atilde;o &eacute; desfazermo-nos do Ego, mas transformar a pedra bruta em cristal para que quando a Alma se apresentar e come&ccedil;ar a viver atrav&eacute;s desse Ego, este se possa tornar translucido e permitir que a luz dessa Alma brilhe de forma integral e plena at&eacute; que a M&oacute;nada, no seu tempo certo, possa desfazer as paredes do Templo e ser apenas ela pr&oacute;pria a &uacute;nica realidade operante, ofertando esse Ego como h&oacute;stia consagrada. At&eacute; porque, se por artes m&aacute;gicas, n&oacute;s consegu&iacute;ssemos desfazer do Ego, ainda distantes dos nossos n&uacute;cleos mais internos, garanto-vos, que no dia seguinte acordar&iacute;amos no hosp&iacute;cio mais pr&oacute;ximo totalmente incapazes de operar no mundo.<br />
<br />
O Ego &eacute; uma das express&otilde;es mais genu&iacute;nas da vida material, e ao contr&aacute;rio da ideia profundamente enraizada de que o Ego &eacute; mentiroso, manipulador, que engana para tirar vantagens, na realidade, &eacute; o oposto. O Ego &eacute; sempre verdadeiro, directo, cru, n&atilde;o mente, n&atilde;o engana, nem manipula&hellip; ele expressa sem pudor, sem vergonha, sem medo, todo o seu ego&iacute;smo, toda a sua vaidade, toda a sua arrog&acirc;ncia e tantos outros tra&ccedil;os, enquanto ainda nas suas fases mais prim&aacute;rias, e &eacute; exatamente por isso que todos n&oacute;s acabamos por tentar abaf&aacute;-lo, escond&ecirc;-lo, ocultar esses mesmos tra&ccedil;os mais rudes que nos envergonham aos olhos dos outros, como se eles estivessem l&aacute; como um equivoco do Cosmos, e n&atilde;o como o processo natural da evolu&ccedil;&atilde;o do mundo na sua transforma&ccedil;&atilde;o crescente rumo &agrave; transcend&ecirc;ncia. E &eacute; aqui, quando negamos esse Ego e o tentamos excluir da equa&ccedil;&atilde;o, que ca&iacute;mos na armadilha de construir uma persona em volta desse Ego. E &eacute; neste ponto que nos perdemos de n&oacute;s pr&oacute;prios.<br />
<br />
A persona, muitas vezes confundida com o pr&oacute;prio Ego, &eacute; um personagem criado por n&oacute;s para ocultar esse mesmo Ego, para camuflar aqueles aspectos mais rudes que n&atilde;o podem ser ignorados, mas que tantas vezes tentamos esconder de n&oacute;s pr&oacute;prios e dos outros na ilus&atilde;o de que estes deixaram de existir. Pois n&atilde;o deixaram. Est&atilde;o l&aacute; todos reprimidos por debaixo do tapete. E enquanto l&aacute; estiverem, o processo evolutivo est&aacute; estagnado. E &eacute; esta persona, ela sim, ao contr&aacute;rio do Ego, que &eacute; mentirosa, manipuladora, perigosa, astuta, interesseira e tudo far&aacute; para manter a farsa. &Eacute; uma m&aacute;scara que colocamos sobre o nosso verdadeiro rosto enquanto operadores dentro da dualidade, rosto esse que n&atilde;o &eacute; o da Alma, e muito menos o da M&oacute;nada, porque esses n&uacute;cleos n&atilde;o t&ecirc;m rosto, n&atilde;o t&ecirc;m nome, n&atilde;o t&ecirc;m morada, mas o Ego sim, tem um rosto, tem um nome de entre muitos nomes, tem uma morada de entre muitas moradas, &eacute; feito do barro do mundo e do p&oacute; dos ciclos, e por isso elemento essencial dentro da alquimia do mundo.<br />
<br />
Assim sendo, remover as m&aacute;scaras para regressar ao nosso verdadeiro rosto, como escrevi num outro texto chamado &ldquo;<a href="https://www.pedroelias.org/blog/reflexoes/soltando-as-mascaras" target="_blank">Soltando as M&aacute;scaras</a>&rdquo;, n&atilde;o &eacute; regressar &agrave; Alma, mas sim ao Ego, e assumir de uma vez por todas as rugas do seu rosto, sem vergonha, porque cada uma delas est&aacute; ali como resultado das experi&ecirc;ncia feitas neste mundo ao longo das encarna&ccedil;&otilde;es, e por isso, em cada uma delas, existe uma hist&oacute;ria profundamente sagrada a ser revelada, uma experi&ecirc;ncia &uacute;nica, irrepet&iacute;vel, que apesar da dor, traz-nos como resultado a Consagra&ccedil;&atilde;o deste Mundo.<br />
<br />
Que possamos despir os personagens que constru&iacute;mos por vergonha do nosso Ego, e permitamos que este se expresse em liberdade tal como uma crian&ccedil;a, sempre sobre a vigil&acirc;ncia atenta da nossa Consci&ecirc;ncia, porque &eacute; essa Consci&ecirc;ncia, quando se mescla com o mundo, que d&aacute; significado &agrave; Vida, permitindo que esse mesmo Ego se transforme de pedra bruta em cristal transl&uacute;cido. Quanto mais observamos o Ego sem o reprimir ou ocultar, aceitando-o pelo que ele &eacute;, mais este se vai preenchendo de Alma, transubstanciando as suas formas mais rudes em outras mais luminosas.<br />
<br />
E quando observarmos esse Ego a expressar-se em total liberdade atrav&eacute;s dos outros que, ignorantes da sua presen&ccedil;a, t&ecirc;m o dom de n&atilde;o constru&iacute;rem nenhuma persona, nem colocarem nenhuma m&aacute;scara, que louvemos aquela experi&ecirc;ncia, pois o que ali acontece &eacute; verdadeiro e sagrado, &eacute; genu&iacute;no e puro. No seu devido tempo aquela pedra tornar-se-&aacute; mais translucida, mais redonda, mais suave, mas enquanto esse momento n&atilde;o chega, louvemos a experi&ecirc;ncia que ali est&aacute; a acontecer em profunda rever&ecirc;ncia.<br />
<br />
No fim, aquele que sempre foi odiado como o vil&atilde;o da hist&oacute;ria, acabar&aacute; por se tornar o verdadeiro her&oacute;i, o C&aacute;lice Sagrado sobre o qual o vinho do Esp&iacute;rito um dia ser&aacute; vertido e sem o qual a experi&ecirc;ncia que Deus reservou para este plano dimensional n&atilde;o teria como acontecer.<br />
<br />
Que saibamos, pois, acarinh&aacute;-lo na sua rudeza, inspir&aacute;-lo na sua ignor&acirc;ncia, apazigu&aacute;-lo nas suas tormentas, e com isso ajud&aacute;-lo no lapidar das suas arestas enquanto este se expressa livremente sobre a orienta&ccedil;&atilde;o serena e compassiva da nossa Consci&ecirc;ncia. Que sejamos como Krishna, o cocheiro de Arjuna que conduz os seus tr&ecirc;s cavalos (a personalidade) enquanto Arjuna (o Ego) se ocupa da batalha com Karna (a sua pr&oacute;pria sombra), consagrando-se como her&oacute;i depois da vit&oacute;ria.<br />
<br />
E ent&atilde;o, quando a raiva se transformar em Compaix&atilde;o, a vaidade em Servi&ccedil;o, a arrog&acirc;ncia em Humildade, o ci&uacute;me em Amor Profundo, a agita&ccedil;&atilde;o em Simplicidade, ent&atilde;o, aquela pedra t&atilde;o odiada, poder&aacute; finalmente brilhar em gl&oacute;ria ao Supremo Ser porque tivemos a coragem de a olhar nos olhos em aceita&ccedil;&atilde;o plena, sem lutar contra ela,&nbsp; sem reprimi-la, permitindo que esta pudesse chorar todas as suas dores no nosso colo e regatar o passado numa cura profunda. Cura essa que s&oacute; pode acontecer quando despirmos todos os personagens e olharmos no espelho aquele &uacute;nico&nbsp;rosto que nos acompanha desde o princ&iacute;pio, um rosto cansado e sofrido, percebendo as chagas que a Vida foi deixando na sua pele&nbsp;enrugada e, atrav&eacute;s destas, a alquimia profunda que, de forma silenciosa, e longe dos nossos olhares, foi-nos transformando a n&oacute;s e ao mundo.<br />
<br />
Sim, porque ao contr&aacute;rio do que possamos pensar, quem expressa a Humildade, a Simplicidade, a Compaix&atilde;o e o Amor, &eacute; o pr&oacute;prio Ego depois de devidamente transformado, e n&atilde;o a nossa Consci&ecirc;ncia profunda, pois esta &eacute; neutra e n&atilde;o assume cor alguma.<br />
<br />
Quando aqui cheg&aacute;mos, enquanto Esp&iacute;rito, o Pai colocou nas nossas m&atilde;os uma pedra em bruto e disse: &laquo;Ofere&ccedil;o-te o que de mais sagrado tenho. Transforma-a no mais perfeito dos cristais.&raquo; Essa pedra &eacute; o nosso Ego que um dia brilhar&aacute; em Gl&oacute;ria como C&aacute;lice Sagrado dentro do qual despertar&aacute; o Esp&iacute;rito Santificado pela presen&ccedil;a do Filho, como um Deus que acorda dentro da sua cria&ccedil;&atilde;o, olhando-a de baixo para cima. E s&oacute; ent&atilde;o a nossa tarefa mais profunda estar&aacute; conclu&iacute;da.</p>

<p>Paz Profunda,<br />
Pedro Elias<br />
<a href="https://www.pedroelias.org/blog/">https://www.pedroelias.org/blog/</a></p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/36/um-novo-olhar-sobre-o-ego/</guid>
			<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 10:38:40 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Pedro Elias</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pedro Elias &quot;(...) o nosso verdadeiro resgate acontecerá quando do pó dos ciclos essa dor antiga se elevar, louvando aquele olhar que a aceitou, que chorou a seu lado e que, num último abraço, a soltou, ]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/pedroelias/?link-id=76</link>
			<description><![CDATA[&quot;(...) o nosso verdadeiro resgate acontecerá quando do pó dos ciclos essa dor antiga se elevar, louvando aquele olhar que a aceitou, que chorou a seu lado e que, num último abraço, a soltou, ]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/pedroelias/?link-id=76</guid>
			<pubDate>Fri, 31 Jan 2020 15:56:13 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Pedro Elias</dc:creator>
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			<title>Pedro Elias escreveu um artigo.</title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/33/as-pedras-do-caminho/</link>
			<description><![CDATA[<p>Certa vez um peregrino chegou numa aldeia perdida num vale cercado por altas montanhas.&nbsp; Ao caminhar pela encosta de uma colina, observou algumas pedras no seu caminho e percebeu, de uma forma dif&iacute;cil de explicar, que tinha que pegar em cada uma daquelas pedras e lev&aacute;-las at&eacute; ao topo da colina. E assim foi. Todos os dias ele procurava por pedras, muitas delas encobertas pela vegeta&ccedil;&atilde;o, e levava-as para o alto da colina onde as juntava num mesmo lugar. Era uma tarefa penosa, dif&iacute;cil pelo cansa&ccedil;o, mas ele em momento algum duvidou daquilo que a Vida lhe pedia, entregando-se integralmente &agrave;quela tarefa.<br />
<br />
As pessoas da aldeia acercavam-se dele curiosas: &laquo;O que andava aquele homem ali a fazer e porque levava ele aquelas pedras colina acima?&raquo; Uns tentavam convenc&ecirc;-lo a deixar as pedras e ir trabalhar para eles, fazendo algo de mais produtivo, assim pensavam. Outros tentavam que parasse com aquela tarefa pela sua sa&uacute;de. Outros ainda queriam expuls&aacute;-lo da aldeia por considerarem-no louco e perigoso. Todos tinham uma opini&atilde;o, um julgamento, algo a dizer sobre aquilo que ele fazia. At&eacute; que o homem se cansou e come&ccedil;ou a afastar as pessoas atirando-lhes pequenas pedras para que o deixassem em paz. S&oacute; queria cumprir a sua tarefa sem ter que levar com as opini&otilde;es alheias, todas elas limitadas pela vis&atilde;o estreita de quem s&oacute; sabe do mundo aquilo que o mundo permite que saibam.<br />
<br />
Certo dia um espiritualista aproximou-se afavelmente e sentou-se a seu lado enquanto ele descansava. Tinha a miss&atilde;o de o salvar e coloc&aacute;-lo de volta nos trilhos do seu destino.<br />
<br />
- Est&aacute;s a desperdi&ccedil;ar os teus dons com estas pedras, meu irm&atilde;o. Podias estar a fazer coisas de maior utilidade para as pessoas e para Deus. A tua Alma tem um prop&oacute;sito e n&atilde;o est&aacute;s a cumpri-lo, desviando-te do teu caminho. N&atilde;o permitas que a tua encarna&ccedil;&atilde;o se perca na inutilidade da tarefa que est&aacute;s a realizar.<br />
<br />
O peregrino nada disse, levantando-se e indo buscar a pedra seguinte. At&eacute; mesmo o espiritualista n&atilde;o conseguiu perceber a sacralidade daquele momento, o fluxo que a Vida manifestava atrav&eacute;s dele, mesmo que ele pr&oacute;prio, o nosso peregrino, nada soubesse das raz&otilde;es por detr&aacute;s de tal manifesta&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
E o tempo passou no desgaste natural de quem aos poucos come&ccedil;ou tamb&eacute;m a duvidar do que fazia. Estariam as pessoas certas? Estaria ele equivocado? Teria sido tudo aquilo um desperd&iacute;cio de tempo? O seu deserto interno assolava-o e os julgamentos da sua mente eram ainda mais afiados que os dos alde&otilde;es. Mas apesar de tudo, ele persistiu. Mesmo que essa mente lhe mostrasse caminhos mais confort&aacute;veis e prazerosos, o nosso peregrino manteve-se firme na sua entrega &agrave;quela tarefa que ele mesmo n&atilde;o compreendia, e mais uma pedra e outra ainda, foram sendo arrumadas no monte que se erguia agora por v&aacute;rios metros de altura.<br />
<br />
Os alde&otilde;es consideraram-no um caso perdido e deixaram de o visitar. Mas algu&eacute;m ficou. Uma jovem aparecia todos os dias e ficava a olh&aacute;-lo &agrave; dist&acirc;ncia num profundo respeito sem tentar demov&ecirc;-lo da tarefa que realizava. N&atilde;o o confrontava com os certos e errados do mundo, respeitando de forma integral a sacralidade daquilo que ali acontecia. E embora tamb&eacute;m ela n&atilde;o compreendesse as raz&otilde;es por detr&aacute;s de tal tarefa, aceitou-as sem julgar, mantendo-se presente e dispon&iacute;vel sempre que ele necessitasse. E assim foi. Quando ele caia por terra cansado do esfor&ccedil;o, ela aproximava-se com uma vasilha de &aacute;gua e saciava a sua sede. Quando ele sucumbia ao cansa&ccedil;o ou se feria, l&aacute; estava ela para limpar as suas feridas. Nunca o interpolou sobre as raz&otilde;es que o levaram a fazer o que fazia, nem o julgou pelas suas op&ccedil;&otilde;es, apenas se manteve presente para servi-lo naquilo que ele necessitasse. &nbsp;<br />
<br />
E um dia as pedras acabaram e aquele ciclo se encerrou por si mesmo. A tarefa estava conclu&iacute;da e o peregrino partiu para a tarefa seguinte sem procurar compreender as raz&otilde;es daquela que terminava.<br />
<br />
Anos depois, quando j&aacute; se encontrava numa nova tarefa, percebeu que a leveza com que realizava essa tarefa s&oacute; tinha sido poss&iacute;vel porque os seus m&uacute;sculos eram agora robustos, permitindo que ele trabalhasse sem esfor&ccedil;o. E a robustez desses m&uacute;sculos ele a conseguira ao levar colina acima cada pedra que encontrou naquele vale. E ali estava uma das raz&otilde;es da tarefa anterior, mas n&atilde;o a &uacute;nica&hellip;<br />
<br />
A jovem da aldeia ia todos os dias at&eacute; ao monte de pedras que o peregrino criara e ali ficava em contempla&ccedil;&atilde;o. Mas num desses dias algo de diferente aconteceu. Quando chegou, um outro peregrino desmontava o monte para construir um templo com aquelas pedras. Pedras essas que ele n&atilde;o teria visto se estas estivessem dispersas pela vegeta&ccedil;&atilde;o longe do seu olhar. E a jovem sorriu, e o seu cora&ccedil;&atilde;o ficou pleno de amor pela Revela&ccedil;&atilde;o, arrega&ccedil;ando as mangas e juntando-se &agrave;quele peregrino na constru&ccedil;&atilde;o do templo. E pela sua entrega e dedica&ccedil;&atilde;o, toda aldeia se juntou a eles e no alto daquela colina foi constru&iacute;do o mais luminoso dos templos.<br />
<br />
O peregrino das pedras nunca soube do destino que foi dado a estas, mas da sua entrega, dedica&ccedil;&atilde;o e persist&ecirc;ncia, a obra de Deus p&ocirc;de ser concretizada, apesar da ignor&acirc;ncia dos homens em compreend&ecirc;-la.<br />
<br />
Paz Profunda,<br />
Pedro Elias<br />
<a href="https://www.pedroelias.org/blog" target="_new">https://www.pedroelias.org/blog</a></p>

<p>&nbsp;</p>]]></description>
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			<pubDate>Sun, 26 Jan 2020 16:17:03 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Pedro Elias</dc:creator>
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			<title>Pedro Elias partilhou uma imagem</title>
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			<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 17:35:39 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Pedro Elias</dc:creator>
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			<title>Pedro Elias partilhou uma imagem</title>
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			<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 17:33:16 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Pedro Elias</dc:creator>
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			<title>Pedro Elias partilhou uma imagem</title>
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			<pubDate>Fri, 13 Dec 2019 18:37:43 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Pedro Elias</dc:creator>
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			<title><![CDATA[Pedro Elias &quot;No Silêncio reencontro o Som que sempre soou sem que eu o ouvisse; aquele que ecoa dentro do útero da minha Alma como a voz da eternidade debruçada sobre o tempo(...)&quot;
-- do livro Reflex]]></title>
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			<description><![CDATA[&quot;No Silêncio reencontro o Som que sempre soou sem que eu o ouvisse; aquele que ecoa dentro do útero da minha Alma como a voz da eternidade debruçada sobre o tempo(...)&quot;
-- do livro Reflex]]></description>
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			<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 12:05:51 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Pedro Elias</dc:creator>
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