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		<title>Murillo Francisco Cason</title>
		<link>https://www.redepax.pt/profile-361/</link>
		<description><![CDATA[&#218;ltima atualiza&#231;&#227;o de Murillo Francisco Cason]]></description>
		<item>
			<title>Murillo Francisco Cason </title>
			<link>https://www.redepax.pt/eventos/42/iii-congremove/</link>
			<description />
			<guid>https://www.redepax.pt/eventos/42/iii-congremove/</guid>
			<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 23:48:38 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Murillo Francisco Cason Gabriela Pepe, nutricionista consultora do MOVE, nos oferece neste artigo orienta&ccedil;&otilde;es valiosas sobre agrot&oacute;xicos, transg&ecirc;nicos e alimenta&ccedil;&atilde;o vegetariana. Confira!

&ldquo;A liberdade &eacute; um direito que se consolida, na raz&atilde;o direta em que o homem se autodescobre e se conscientiza, podendo identificar os pr&oacute;prios valores, que deve aplicar de forma edificante, respeitando a natureza e tudo quanto nela existe. A agress&atilde;o ecol&oacute;gica, em forma de viol&ecirc;ncia cruel contra as for&ccedil;as mantenedoras da vida, demonstra que o homem, em nome da sua liberdade, destr&oacute;i, mutila, mata e mata-se, por fim, por n&atilde;o saber us&aacute;-la conforme seria de desejar.&rdquo;&nbsp;(Joanna de &Acirc;ngelis) [1]

O conceito de sistema alimentar envolve todos os processos relacionados &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o, desde a sua produ&ccedil;&atilde;o, processamento e distribui&ccedil;&atilde;o, at&eacute; sua prepara&ccedil;&atilde;o e consumo. Podemos classificar os sistemas alimentares em sustent&aacute;vel e insustent&aacute;vel.

O sistema alimentar sustent&aacute;vel se baseia na agricultura familiar org&acirc;nica, em t&eacute;cnicas tradicionais e eficazes de cultivo e manejo do solo, no uso intenso de m&atilde;o de obra, no cultivo consorciado de v&aacute;rios alimentos, e no processamento m&iacute;nimo dos alimentos realizado pelos pr&oacute;prios agricultores ou por ind&uacute;strias locais. E por uma rede de distribui&ccedil;&atilde;o de grande capilaridade integrada por mercados, feiras e pequenos comerciantes [2].

J&aacute; o sistema alimentar insustent&aacute;vel &eacute; baseado em monoculturas que dependem de grandes extens&otilde;es de terra, do uso intenso de m&aacute;quinas, combust&iacute;vel e &aacute;gua e do amplo uso de fertilizantes qu&iacute;micos, agrot&oacute;xicos, sementes transg&ecirc;nicas e antibi&oacute;ticos, e, ainda, do transporte por longas dist&acirc;ncias. Essa forma de sistema alimentar empobrece os recursos naturais e contamina o ar, solo, len&ccedil;&oacute;is fre&aacute;ticos, rios, lagos e mares pr&oacute;ximos [2].

Os alimentos produzidos de forma insustent&aacute;vel t&ecirc;m dois destinos principais: produ&ccedil;&atilde;o de alimentos industrializados e ra&ccedil;&atilde;o usada na cria&ccedil;&atilde;o intensiva de animais.&nbsp;Voc&ecirc;s sabiam que boa parte da soja e milho transg&ecirc;nicos das grandes monoculturas brasileiras s&atilde;o para fabricar ra&ccedil;&atilde;o animal?&nbsp;Por isso que a principal ind&uacute;stria respons&aacute;vel pelo desmatamento das florestas &eacute; a pecu&aacute;ria, n&atilde;o s&oacute; para abrir espa&ccedil;o para a cria&ccedil;&atilde;o dos animais (o que tamb&eacute;m leva ao empobrecimento da terra), como tamb&eacute;m para o cultivo de gr&atilde;os destinados &agrave; ra&ccedil;&atilde;o animal.&nbsp;S&oacute; para termos uma ideia do tamanho dessa produ&ccedil;&atilde;o de alimentos, se 50% desses gr&atilde;os destinados aos animais fossem direcionados para pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de extrema pobreza, daria para acabar com a fome do mundo!

Continue a leitura neste link:&nbsp;https://eticaanimalespirita.org/2020/08/02/de-onde-vem-a-sua-comida/]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/81/artigo-de-onde-vem-a-sua-comida/</link>
			<description><![CDATA[<p>Gabriela Pepe, nutricionista consultora do MOVE, nos oferece neste artigo orienta&ccedil;&otilde;es valiosas sobre agrot&oacute;xicos, transg&ecirc;nicos e alimenta&ccedil;&atilde;o vegetariana. Confira!</p>

<h5><em><em>&ldquo;A liberdade &eacute; um direito que se consolida, na raz&atilde;o direta em que o homem se autodescobre e se conscientiza, podendo identificar os pr&oacute;prios valores, que deve aplicar de forma edificante, respeitando a natureza e tudo quanto nela existe. A agress&atilde;o ecol&oacute;gica, em forma de viol&ecirc;ncia cruel contra as for&ccedil;as mantenedoras da vida, demonstra que o homem, em nome da sua liberdade, destr&oacute;i, mutila, mata e mata-se, por fim, por n&atilde;o saber us&aacute;-la conforme seria de desejar.&rdquo;</em></em>&nbsp;(Joanna de &Acirc;ngelis) [1]</h5>

<p>O conceito de sistema alimentar envolve todos os processos relacionados &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o, desde a sua produ&ccedil;&atilde;o, processamento e distribui&ccedil;&atilde;o, at&eacute; sua prepara&ccedil;&atilde;o e consumo. Podemos classificar os sistemas alimentares em sustent&aacute;vel e insustent&aacute;vel.</p>

<p>O sistema alimentar sustent&aacute;vel se baseia na agricultura familiar org&acirc;nica, em t&eacute;cnicas tradicionais e eficazes de cultivo e manejo do solo, no uso intenso de m&atilde;o de obra, no cultivo consorciado de v&aacute;rios alimentos, e no processamento m&iacute;nimo dos alimentos realizado pelos pr&oacute;prios agricultores ou por ind&uacute;strias locais. E por uma rede de distribui&ccedil;&atilde;o de grande capilaridade integrada por mercados, feiras e pequenos comerciantes [2].</p>

<p>J&aacute; o sistema alimentar insustent&aacute;vel &eacute; baseado em monoculturas que dependem de grandes extens&otilde;es de terra, do uso intenso de m&aacute;quinas, combust&iacute;vel e &aacute;gua e do amplo uso de fertilizantes qu&iacute;micos, agrot&oacute;xicos, sementes transg&ecirc;nicas e antibi&oacute;ticos, e, ainda, do transporte por longas dist&acirc;ncias. Essa forma de sistema alimentar empobrece os recursos naturais e contamina o ar, solo, len&ccedil;&oacute;is fre&aacute;ticos, rios, lagos e mares pr&oacute;ximos [2].</p>

<p>Os alimentos produzidos de forma insustent&aacute;vel t&ecirc;m dois destinos principais: produ&ccedil;&atilde;o de alimentos industrializados e ra&ccedil;&atilde;o usada na cria&ccedil;&atilde;o intensiva de animais.&nbsp;<strong>Voc&ecirc;s sabiam que boa parte da soja e milho transg&ecirc;nicos das grandes monoculturas brasileiras s&atilde;o para fabricar ra&ccedil;&atilde;o animal?&nbsp;</strong>Por isso que a principal ind&uacute;stria respons&aacute;vel pelo desmatamento das florestas &eacute; a pecu&aacute;ria, n&atilde;o s&oacute; para abrir espa&ccedil;o para a cria&ccedil;&atilde;o dos animais (o que tamb&eacute;m leva ao empobrecimento da terra), como tamb&eacute;m para o cultivo de gr&atilde;os destinados &agrave; ra&ccedil;&atilde;o animal.&nbsp;<strong>S&oacute; para termos uma ideia do tamanho dessa produ&ccedil;&atilde;o de alimentos, se 50% desses gr&atilde;os destinados aos animais fossem direcionados para pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de extrema pobreza, daria para acabar com a fome do mundo!</strong></p>

<p><strong>Continue a leitura neste link:&nbsp;https://eticaanimalespirita.org/2020/08/02/de-onde-vem-a-sua-comida/</strong></p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/81/artigo-de-onde-vem-a-sua-comida/</guid>
			<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 13:23:46 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Murillo Francisco Cason Est&aacute; no ar a&nbsp;PALESTRA #04 &ndash; AMOR &Agrave; NATUREZA: N&Atilde;O AVAN&Ccedil;AR &Eacute; RECUAR.&nbsp;Por Roberto Caldas.

Esta palestra se baseou na seguinte refer&ecirc;ncia:&ldquo;


&ldquo;[&hellip;] &ndash; Amparou doentes, em nome de Cristo?

&ndash; A terra tem numerosos enfermeiros.

&ndash; Auxiliou criancinhas abandonadas?

&ndash; H&aacute; creches por toda parte.

&ndash; Escreveu alguma p&aacute;gina consoladora?

&ndash; Para qu&ecirc;? O mundo est&aacute; cheio de livros e escritores.

&ndash; Utilizava o martelo ou o pincel?

&ndash; Absolutamente.

&ndash; Socorreu animais desprotegidos?

&ndash; N&atilde;o.

&ndash; Agradava-lhe cultivar a terra?

&ndash; Nunca.

&ndash; Plantou &aacute;rvores benfeitoras?

&ndash; Tamb&eacute;m n&atilde;o.

&ndash; Dedicou-se ao servi&ccedil;o de condu&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas, protegendo paisagens empobrecidas? Sucupira fez um gesto de desd&eacute;m e informou:

&ndash; Jamais pensei nisto. O instrutor indagou-lhe sobre todas as atividades dignas conhecidas no Planeta. Ao fim do interrogat&oacute;rio, opinou sem delongas:

&ndash; Seu caso explica-se: voc&ecirc; tem as m&atilde;os enferrujadas.&rdquo;


[XAVIER, F. C.; IRM&Atilde;O X (Esp&iacute;rito). Luz acima. Cap&iacute;tulo &ldquo;M&atilde;os enferrujadas&rdquo;]

Assista neste link:&nbsp;https://youtu.be/3P-RFoo2s0Y]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/80/palestra-04-–-amor-à-natureza-não-avançar-é-recuar/</link>
			<description><![CDATA[<p>Est&aacute; no ar a&nbsp;<strong>PALESTRA #04 &ndash; AMOR &Agrave; NATUREZA: N&Atilde;O AVAN&Ccedil;AR &Eacute; RECUAR.&nbsp;</strong>Por Roberto Caldas.</p>

<p>Esta palestra se baseou na seguinte refer&ecirc;ncia:<strong><em>&ldquo;</em></strong></p>

<blockquote>
<p><em><strong>&ldquo;[&hellip;] &ndash; Amparou doentes, em nome de Cristo?</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; A terra tem numerosos enfermeiros.</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Auxiliou criancinhas abandonadas?</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; H&aacute; creches por toda parte.</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Escreveu alguma p&aacute;gina consoladora?</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Para qu&ecirc;? O mundo est&aacute; cheio de livros e escritores.</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Utilizava o martelo ou o pincel?</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Absolutamente.</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Socorreu animais desprotegidos?</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; N&atilde;o.</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Agradava-lhe cultivar a terra?</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Nunca.</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Plantou &aacute;rvores benfeitoras?</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Tamb&eacute;m n&atilde;o.</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Dedicou-se ao servi&ccedil;o de condu&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas, protegendo paisagens empobrecidas? Sucupira fez um gesto de desd&eacute;m e informou:</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Jamais pensei nisto. O instrutor indagou-lhe sobre todas as atividades dignas conhecidas no Planeta. Ao fim do interrogat&oacute;rio, opinou sem delongas:</strong></em></p>

<p><em><strong>&ndash; Seu caso explica-se: voc&ecirc; tem as m&atilde;os enferrujadas.&rdquo;</strong></em></p>
</blockquote>

<p>[XAVIER, F. C.; IRM&Atilde;O X (Esp&iacute;rito). Luz acima. Cap&iacute;tulo &ldquo;M&atilde;os enferrujadas&rdquo;]</p>

<p>Assista neste link:&nbsp;https://youtu.be/3P-RFoo2s0Y</p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/80/palestra-04-–-amor-à-natureza-não-avançar-é-recuar/</guid>
			<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 13:19:34 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Murillo Francisco Cason S&eacute;culo XXI. Plenos recursos intelectuais. Tecnologia e conhecimento nas alturas. Ent&atilde;o, porque insistimos na explora&ccedil;&atilde;o cruel dos irm&atilde;os animais?

Quando inverteremos a polaridade existencial, migrando do triste especismo para a plenitude do amor &agrave; Cria&ccedil;&atilde;o, em tributo de gratid&atilde;o para com o reino animal, pelos m&uacute;ltiplos mil&ecirc;nios durante os quais o ser humano disp&ocirc;s de suas vidas, para satisfa&ccedil;&atilde;o de suas necessidades descalibradas?

Divino libertador de consci&ecirc;ncias, Jesus agita os sinos de nossos templos interiores, convocando-nos:&nbsp;&ldquo;Ajuda-me a velar pelos homens, pela vida, pela natureza&hellip; Auxilia comigo ao ignorante e ao doente, ao velho e &agrave; criancinha, ao animal e a erva tenra&rdquo;&nbsp;[1].

Os sinos celestes anunciam a chegada de novos tempos, com li&ccedil;&otilde;es dolorosas, como a atual pandemia, fruto da explora&ccedil;&atilde;o cruel e gananciosa dos animais, por&eacute;m, tamb&eacute;m com li&ccedil;&otilde;es amorosas apontando novos rumos:&nbsp;&ldquo;&hellip; &agrave; medida que o senso moral prepondera, desenvolve-se a sensibilidade, diminui a necessidade de destruir, acaba mesmo por desaparecer, por se tornar odiosa essa necessidade. O homem ganha horror ao sangue&rdquo;&nbsp;[2].

O Espiritismo, avalizado pela ci&ecirc;ncia, filosofia e religi&atilde;o, ergueu far&oacute;is potentes, iluminando para sempre, o fato de que&nbsp;&ldquo;todos os atributos do esp&iacute;rito humano, s&atilde;o encontrados tamb&eacute;m nos animais, embora menos desenvolvidos, o que vem confirmar nossa tese, segundo a qual o animal tem uma alma imortal, perfect&iacute;vel.&rdquo;, como afirma Cairbar Schutel [3].

Os animais cooperam docilmente com o ser humano no plano material e at&eacute; na espiritualidade, como atesta Narcisa a Andr&eacute; Luiz:&nbsp;&ldquo;Os c&atilde;es facilitam o trabalho, os muares suportam cargas pacientemente e fornecem calor nas zonas onde se fa&ccedil;a necess&aacute;rio.&rdquo;&nbsp;[4]. Sendo assim, como &eacute; poss&iacute;vel para a maioria da humanidade, ainda n&atilde;o refletir sobre esta ingratid&atilde;o, tomando posicionamento reto e direto, no sentido da defesa da vida dos animais?

N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel editar o passado e nossa hist&oacute;ria explorat&oacute;ria. Mas &eacute; inevit&aacute;vel projetar e vivenciar um novo mundo, pleno de paz e amor entre todas as criaturas, com o fim definitivo do exterm&iacute;nio de vidas animais, e a ado&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos aderentes ao ideal de crist&atilde;o puro, como j&aacute; ocorre em outras moradas, como Marte, conforme relata o esp&iacute;rito Maria Jo&atilde;o de Deus:

&ldquo;Assegurou-me, ainda, o desvelado mentor espiritual, que a humanidade de Marte evoluiu mais rapidamente que a da Terra e que desde os pr&oacute;dromos da forma&ccedil;&atilde;o dos seus n&uacute;cleos sociais, nunca precisou destruir para viver, longe das concep&ccedil;&otilde;es dos homens terrenos cuja vida n&atilde;o prossegue sem a morte e cujos est&ocirc;magos est&atilde;o sempre cheios de v&iacute;sceras e de virtualhas de outros seres da cria&ccedil;&atilde;o&rdquo;&nbsp;[5]. &nbsp;

Porque a demora na extin&ccedil;&atilde;o da crueldade para com os animais?

Porque n&atilde;o refletir profundamente sobre o tema,&nbsp;mudando h&aacute;bitos de consumo&nbsp;e atendendo assim aos chamados do Cristo &agrave; coopera&ccedil;&atilde;o para um mundo novo?

Os sinos do mundo de regenera&ccedil;&atilde;o j&aacute; badalam no horizonte do tempo. &Eacute; tempo de pensar e de agir, pelo bem de toda a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.

Refer&ecirc;ncias:

[1] XAVIER, F. C.; Diversos Esp&iacute;ritos. Cartas do cora&ccedil;&atilde;o. Cap&iacute;tulo &ldquo;O dom divino&rdquo; (Esp&iacute;rito Irm&atilde;o X).

[2] KARDEC, Allan. A G&ecirc;nese. Cap&iacute;tulo III, item 24.

[3] SCHUTEL, Cairbar. G&ecirc;nese da Alma. P&aacute;gina 39.

[4] XAVIER, Chico. Nosso Lar. Cap&iacute;tulo 33.

[5] XAVIER, Chico. Maria Jo&atilde;o de Deus (Esp&iacute;rito). Cartas de uma morta.

&nbsp;

Copyright &copy; 2020 de MOVE &ndash; Movimento pela &Eacute;tica Animal Esp&iacute;rita.

Todos os direitos reservados.

Este artigo ou qualquer parte dele n&atilde;o pode ser reproduzido ou usado sem autoriza&ccedil;&atilde;o expressa, por escrito, do autor ou editor, exceto cita&ccedil;&otilde;es breves devidamente referenciadas]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/79/card-”colabora-na-extinção-da-crueldade-com-que-até-hoje-pautamos-as-relaçõ/</link>
			<description><![CDATA[<p>S&eacute;culo XXI. Plenos recursos intelectuais. Tecnologia e conhecimento nas alturas. Ent&atilde;o, porque insistimos na explora&ccedil;&atilde;o cruel dos irm&atilde;os animais?</p>

<p>Quando inverteremos a polaridade existencial, migrando do triste especismo para a plenitude do amor &agrave; Cria&ccedil;&atilde;o, em tributo de gratid&atilde;o para com o reino animal, pelos m&uacute;ltiplos mil&ecirc;nios durante os quais o ser humano disp&ocirc;s de suas vidas, para satisfa&ccedil;&atilde;o de suas necessidades descalibradas?</p>

<p>Divino libertador de consci&ecirc;ncias, Jesus agita os sinos de nossos templos interiores, convocando-nos:&nbsp;<strong><em>&ldquo;Ajuda-me a velar pelos homens, pela vida, pela natureza&hellip; Auxilia comigo ao ignorante e ao doente, ao velho e &agrave; criancinha, ao animal e a erva tenra&rdquo;</em></strong>&nbsp;[1]<strong>.</strong></p>

<p>Os sinos celestes anunciam a chegada de novos tempos, com li&ccedil;&otilde;es dolorosas, como a atual pandemia, fruto da explora&ccedil;&atilde;o cruel e gananciosa dos animais, por&eacute;m, tamb&eacute;m com li&ccedil;&otilde;es amorosas apontando novos rumos:&nbsp;<strong><em>&ldquo;&hellip; &agrave; medida que o senso moral prepondera, desenvolve-se a sensibilidade, diminui a necessidade de destruir, acaba mesmo por desaparecer, por se tornar odiosa essa necessidade. O homem ganha horror ao sangue&rdquo;</em></strong>&nbsp;[2].</p>

<p>O Espiritismo, avalizado pela ci&ecirc;ncia, filosofia e religi&atilde;o, ergueu far&oacute;is potentes, iluminando para sempre, o fato de que&nbsp;<em><strong>&ldquo;todos os atributos do esp&iacute;rito humano, s&atilde;o encontrados tamb&eacute;m nos animais, embora menos desenvolvidos, o que vem confirmar nossa tese, segundo a qual o animal tem uma alma imortal, perfect&iacute;vel.&rdquo;</strong></em>, como afirma Cairbar Schutel [3].</p>

<p>Os animais cooperam docilmente com o ser humano no plano material e at&eacute; na espiritualidade, como atesta Narcisa a Andr&eacute; Luiz:&nbsp;<em><strong>&ldquo;Os c&atilde;es facilitam o trabalho, os muares suportam cargas pacientemente e fornecem calor nas zonas onde se fa&ccedil;a necess&aacute;rio.&rdquo;&nbsp;</strong></em>[4]. Sendo assim, como &eacute; poss&iacute;vel para a maioria da humanidade, ainda n&atilde;o refletir sobre esta ingratid&atilde;o, tomando posicionamento reto e direto, no sentido da defesa da vida dos animais?</p>

<p>N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel editar o passado e nossa hist&oacute;ria explorat&oacute;ria. Mas &eacute; inevit&aacute;vel projetar e vivenciar um novo mundo, pleno de paz e amor entre todas as criaturas, com o fim definitivo do exterm&iacute;nio de vidas animais, e a ado&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos aderentes ao ideal de crist&atilde;o puro, como j&aacute; ocorre em outras moradas, como Marte, conforme relata o esp&iacute;rito Maria Jo&atilde;o de Deus:</p>

<p><em><strong>&ldquo;Assegurou-me, ainda, o desvelado mentor espiritual, que a humanidade de Marte evoluiu mais rapidamente que a da Terra e que desde os pr&oacute;dromos da forma&ccedil;&atilde;o dos seus n&uacute;cleos sociais, nunca precisou destruir para viver, longe das concep&ccedil;&otilde;es dos homens terrenos cuja vida n&atilde;o prossegue sem a morte e cujos est&ocirc;magos est&atilde;o sempre cheios de v&iacute;sceras e de virtualhas de outros seres da cria&ccedil;&atilde;o&rdquo;</strong></em>&nbsp;[5]. &nbsp;</p>

<p>Porque a demora na extin&ccedil;&atilde;o da crueldade para com os animais?</p>

<p>Porque n&atilde;o refletir profundamente sobre o tema,&nbsp;<strong>mudando h&aacute;bitos de consumo</strong>&nbsp;e atendendo assim aos chamados do Cristo &agrave; coopera&ccedil;&atilde;o para um mundo novo?</p>

<p>Os sinos do mundo de regenera&ccedil;&atilde;o j&aacute; badalam no horizonte do tempo. &Eacute; tempo de pensar e de agir, pelo bem de toda a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.</p>

<p>Refer&ecirc;ncias:</p>

<p>[1] XAVIER, F. C.; Diversos Esp&iacute;ritos. Cartas do cora&ccedil;&atilde;o. Cap&iacute;tulo &ldquo;O dom divino&rdquo; (Esp&iacute;rito Irm&atilde;o X).</p>

<p>[2] KARDEC, Allan. A G&ecirc;nese. Cap&iacute;tulo III, item 24.</p>

<p>[3] SCHUTEL, Cairbar. G&ecirc;nese da Alma. P&aacute;gina 39.</p>

<p>[4] XAVIER, Chico. Nosso Lar. Cap&iacute;tulo 33.</p>

<p>[5] XAVIER, Chico. Maria Jo&atilde;o de Deus (Esp&iacute;rito). Cartas de uma morta.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Copyright &copy; 2020 de MOVE &ndash; Movimento pela &Eacute;tica Animal Esp&iacute;rita.</p>

<p>Todos os direitos reservados.</p>

<p>Este artigo ou qualquer parte dele n&atilde;o pode ser reproduzido ou usado sem autoriza&ccedil;&atilde;o expressa, por escrito, do autor ou editor, exceto cita&ccedil;&otilde;es breves devidamente referenciadas</p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/79/card-”colabora-na-extinção-da-crueldade-com-que-até-hoje-pautamos-as-relaçõ/</guid>
			<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 13:15:49 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Murillo Francisco Cason &nbsp;

Por Breno Arantes, membro do MOVE.

&ldquo;A &eacute;tica da generosidade centraliza suas aten&ccedil;&otilde;es na lei natural ou de amor, que respeita a vida em todos os seus est&aacute;gios e ampara todos os seres sencientes, facultando-lhes a expans&atilde;o.&rdquo;&nbsp;[1]

No Espiritismo &eacute; bem verdade que n&atilde;o recitamos ou entoamos mantras como o fazem, lindamente, nossos irm&atilde;os das tradi&ccedil;&otilde;es espirituais do Oriente. Por&eacute;m, se um houvesse que fosse repetido &agrave; exaust&atilde;o por n&oacute;s seguidores da doutrina, seria:&nbsp;&ldquo;Fora da Caridade n&atilde;o h&aacute; salva&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; salva&ccedil;&atilde;o fora da caridade.&rdquo;

Vejamos o que o ap&oacute;stolo Paulo nos disse no Evangelho Segundo o Espiritismo a respeito:

&ldquo;Meus filhos, na m&aacute;xima:&nbsp;Fora da caridade n&atilde;o h&aacute; salva&ccedil;&atilde;o, est&atilde;o encerrados os destinos dos homens, na Terra e no c&eacute;u; na Terra, porque &agrave; sombra desse estandarte eles viver&atilde;o em paz; no c&eacute;u, porque os que a houverem praticado achar&atilde;o gra&ccedil;as diante do Senhor. Essa divisa &eacute; o facho celeste, a luminosa coluna que guia o homem no deserto da vida, encaminhando-o para a Terra da Promiss&atilde;o. Ela brilha no c&eacute;u, como aur&eacute;ola santa, na fronte dos eleitos, e, na Terra, se acha gravada no cora&ccedil;&atilde;o daqueles a quem Jesus dir&aacute;: Passai &agrave; direita, benditos de meu Pai. Reconhec&ecirc;-los-eis pelo perfume de caridade que espalham em torno de si. Nada exprime com mais exatid&atilde;o o pensamento de Jesus, nada resume t&atilde;o bem os deveres do homem, como essa m&aacute;xima de ordem divina.&rdquo;&nbsp;[2]

Podemos desta maneira falar de uma &eacute;tica da caridade ou, para utilizar a express&atilde;o cunhada por Joanna de &Acirc;ngelis, &eacute;tica da generosidade, a qual dever&aacute; ent&atilde;o ser perseguida e internalizada por todo aquele que almeja o Reino de Deus.

Esta &eacute;tica, tamb&eacute;m seguindo o valioso ensinamento da benfeitora Joanna, est&aacute; fundamentada na lei natural ou de amor; Lei m&aacute;xima de nosso Pai, que, pura Fonte do Amor, resplandece em n&oacute;s quanto mais sintonizados com o amor manifestado estivermos.

Quando, portanto, praticamos a &eacute;tica da generosidade e servimos de instrumento para canalizar o Amor do Pai por toda Sua Cria&ccedil;&atilde;o, agimos da maneira mais &eacute;tica que Ele poderia esperar de n&oacute;s.

Isto se coaduna com outra bel&iacute;ssima passagem dos ensinamentos de Joanna:

&ldquo;Se desejas, todavia, compreender melhor a necessidade de amar a Deus, acompanha o desabrochar de uma rosa, devolvendo perfume &agrave; vida o que extrai do solo em h&uacute;mus e adubo&hellip; Fita uma crian&ccedil;a, det&eacute;m-te num anci&atilde;o&hellip;&nbsp;Ama, portanto, pelo caminho quanto possas, plantas, animais, homens, e te descobrir&aacute;s, por fim, superiormente amando a Deus.&rdquo;&nbsp;[3]

Continue a leitura em nosso site:&nbsp;https://eticaanimalespirita.org/2020/07/31/etica-da-generosidade/]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/70/artigo-ética-da-generosidade/</link>
			<description><![CDATA[<h1>&nbsp;</h1>

<p>Por Breno Arantes, membro do MOVE.</p>

<h4><em><strong>&ldquo;A &eacute;tica da generosidade centraliza suas aten&ccedil;&otilde;es na lei natural ou de amor, que respeita a vida em todos os seus est&aacute;gios e ampara todos os seres sencientes, facultando-lhes a expans&atilde;o.&rdquo;</strong></em>&nbsp;[1]</h4>

<p>No Espiritismo &eacute; bem verdade que n&atilde;o recitamos ou entoamos mantras como o fazem, lindamente, nossos irm&atilde;os das tradi&ccedil;&otilde;es espirituais do Oriente. Por&eacute;m, se um houvesse que fosse repetido &agrave; exaust&atilde;o por n&oacute;s seguidores da doutrina, seria:&nbsp;<strong>&ldquo;Fora da Caridade n&atilde;o h&aacute; salva&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; salva&ccedil;&atilde;o fora da caridade.&rdquo;</strong></p>

<p>Vejamos o que o ap&oacute;stolo Paulo nos disse no Evangelho Segundo o Espiritismo a respeito:</p>

<p><em>&ldquo;Meus filhos, na m&aacute;xima:&nbsp;<strong>Fora da caridade n&atilde;o h&aacute; salva&ccedil;&atilde;o</strong>, est&atilde;o encerrados os destinos dos homens, na Terra e no c&eacute;u; na Terra, porque &agrave; sombra desse estandarte eles viver&atilde;o em paz; no c&eacute;u, porque os que a houverem praticado achar&atilde;o gra&ccedil;as diante do Senhor. Essa divisa &eacute; o facho celeste, a luminosa coluna que guia o homem no deserto da vida, encaminhando-o para a Terra da Promiss&atilde;o. Ela brilha no c&eacute;u, como aur&eacute;ola santa, na fronte dos eleitos, e, na Terra, se acha gravada no cora&ccedil;&atilde;o daqueles a quem Jesus dir&aacute;: Passai &agrave; direita, benditos de meu Pai. Reconhec&ecirc;-los-eis pelo perfume de caridade que espalham em torno de si. Nada exprime com mais exatid&atilde;o o pensamento de Jesus, nada resume t&atilde;o bem os deveres do homem, como essa m&aacute;xima de ordem divina.&rdquo;&nbsp;</em>[2]</p>

<p>Podemos desta maneira falar de uma &eacute;tica da caridade ou, para utilizar a express&atilde;o cunhada por Joanna de &Acirc;ngelis, &eacute;tica da generosidade, a qual dever&aacute; ent&atilde;o ser perseguida e internalizada por todo aquele que almeja o Reino de Deus.</p>

<p>Esta &eacute;tica, tamb&eacute;m seguindo o valioso ensinamento da benfeitora Joanna, est&aacute; fundamentada na lei natural ou de amor; Lei m&aacute;xima de nosso Pai, que, pura Fonte do Amor, resplandece em n&oacute;s quanto mais sintonizados com o amor manifestado estivermos.</p>

<p>Quando, portanto, praticamos a &eacute;tica da generosidade e servimos de instrumento para canalizar o Amor do Pai por toda Sua Cria&ccedil;&atilde;o, agimos da maneira mais &eacute;tica que Ele poderia esperar de n&oacute;s.</p>

<p>Isto se coaduna com outra bel&iacute;ssima passagem dos ensinamentos de Joanna:</p>

<p><em>&ldquo;Se desejas, todavia, compreender melhor a necessidade de amar a Deus, acompanha o desabrochar de uma rosa, devolvendo perfume &agrave; vida o que extrai do solo em h&uacute;mus e adubo&hellip; Fita uma crian&ccedil;a, det&eacute;m-te num anci&atilde;o&hellip;&nbsp;<strong>Ama, portanto, pelo caminho quanto possas, plantas, animais, homens, e te descobrir&aacute;s, por fim, superiormente amando a Deus</strong>.&rdquo;</em>&nbsp;[3]</p>

<p>Continue a leitura em nosso site:&nbsp;<a href="https://eticaanimalespirita.org/2020/07/31/etica-da-generosidade/">https://eticaanimalespirita.org/2020/07/31/etica-da-generosidade/</a></p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/70/artigo-ética-da-generosidade/</guid>
			<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 14:18:22 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Murillo Francisco Cason Seria a pandemia atual um desses dolorosos choques de retorno?

Notadamente, os esp&iacute;ritos em fase de humanidade ainda n&atilde;o assumiram o seu dever sagrado no trato com a Natureza a ponto do benfeitor Aniceto advertir que&nbsp;&ldquo;H&aacute; mil&ecirc;nios a Natureza espera a compreens&atilde;o dos homens&rdquo;&nbsp;e que&nbsp;&ldquo;as for&ccedil;as naturais continuam sofrendo a opress&atilde;o de todas as vaidades humanas.&rdquo;&nbsp;[1]

A racionalidade, ainda enferma, construiu m&aacute;quinas e ideologias que exponenciaram a explora&ccedil;&atilde;o dos animais e ecossistemas, criando a dita&nbsp;&ldquo;sociedade de consumo&rdquo;&nbsp;de desejos ef&ecirc;meros, banais e descart&aacute;veis como uma bolha de sab&atilde;o, que amea&ccedil;am toda a vida na Terra.

Mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas; escassez de &aacute;gua doce; produ&ccedil;&atilde;o monumental de lixo; desertifica&ccedil;&atilde;o do solo; destrui&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica e veloz da biodiversidade; sexta extin&ccedil;&atilde;o em massa de esp&eacute;cies animais; acidez dos oceanos e etc t&ecirc;m sido os rastros humanos no planeta, levando os cientistas a declararem que estamos promovendo um verdadeiro ecoc&iacute;dio. [2]

O consumo de animais, para obten&ccedil;&atilde;o da prote&iacute;na, &eacute; outro evidente exemplo, cujo benfeitor Emmanuel ainda l&aacute; na d&eacute;cada de 40, antes mesmo da socializa&ccedil;&atilde;o dos alertas da comunidade cient&iacute;fica sobre a desnecessidade do consumo de animais, j&aacute; havia dito:

&ldquo;A ingest&atilde;o das v&iacute;sceras dos animais &eacute; um erro de ENORMES CONSEQU&Ecirc;NCIAS, do qual derivaram numerosos v&iacute;cios da nutri&ccedil;&atilde;o humana. &Eacute; DE LASTIMAR SEMELHANTE SITUA&Ccedil;&Atilde;O, mesmo porque, se o estado de materialidade da criatura exige a coopera&ccedil;&atilde;o de determinadas vitaminas, esses valores nutritivos podem ser encontrados nos produtos de origem vegetal, SEM A NECESSIDADE ABSOLUTA DOS MATADOUROS E FRIGOR&Iacute;FICOS&rdquo;&nbsp;[3].

&Eacute; not&oacute;rio o di&aacute;logo entre o&nbsp;&ldquo;doloroso choque de retorno&rdquo;&nbsp;de Andr&eacute; Luiz e as&nbsp;&ldquo;enormes consequ&ecirc;ncias&rdquo;&nbsp;de Emmanuel. Advert&ecirc;ncias que t&ecirc;m sido ignoradas pelo pr&oacute;prio movimento esp&iacute;rita, infelizmente, o qual deveria ser um n&uacute;cleo de ensino de uma &eacute;tica animal e ambiental esp&iacute;rita desde as atividades infanto-juvenis.

Segundo relat&oacute;rio divulgado pela Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para Alimenta&ccedil;&atilde;o e Agricultura (FAO), cerca de 70% das novas doen&ccedil;as que infectaram seres humanos nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas est&atilde;o relacionadas &agrave; cria&ccedil;&atilde;o e consumo de animais. N&atilde;o apenas os animais ex&oacute;ticos e silvestres, mas tamb&eacute;m aqueles estigmatizados como animais de produ&ccedil;&atilde;o, como os bovinos, su&iacute;nos e aves [4].

Essa coisifica&ccedil;&atilde;o daquilo que Deus deu a gra&ccedil;a da vida promove os&nbsp;&ldquo;dolorosos choques de retorno&rdquo;&nbsp;e&nbsp;&ldquo;enormes consequ&ecirc;ncias&rdquo;,&nbsp;apontando uma necess&aacute;ria e urgente mudan&ccedil;a de condutas individuais e coletivas.

Tal desvio de conduta j&aacute; havia sido advertido por Joanna de &Acirc;ngelis:&nbsp;&ldquo;os devastadores da flora e destruidores da fauna perderam a dire&ccedil;&atilde;o da vida e emaranharam-se no aranzel da desmedida ambi&ccedil;&atilde;o, autodestruindo-se, sempre que investem contra as manifesta&ccedil;&otilde;es sencientes que existem&rdquo;&nbsp;[5].

A pandemia do Covid19 &eacute; mais um&nbsp;&ldquo;doloroso choque de retorno&rdquo;&nbsp;produzido pela a&ccedil;&atilde;o humana. Pois se a origem do novo coronav&iacute;rus decorreu da muta&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus em algum hospedeiro animal saltando para os humanos, a pr&aacute;tica de confinar, abater, comercializar e consumir animais em condi&ccedil;&otilde;es lastim&aacute;veis, insalubres e imorais, apropriad&iacute;ssimas para se produzir uma s&eacute;rie de pandemias,&nbsp;&eacute; de escolha humana.

Vale lembrar que o ebola teve origem no consumo de morcegos, o HIV na ca&ccedil;a e consumo de pequenos primatas, o CJD (doen&ccedil;a da vaca louca) da cria&ccedil;&atilde;o e consumo de vacas, o H1N1/Influenza A (gripe su&iacute;na) do consumo de porcos, o H5N1 (gripe avi&aacute;ria) da cria&ccedil;&atilde;o e consumo de aves, o MERS do consumo de camelos&hellip;E agora o COVID-19 dos morcegos e pangolins.

Quantas vidas humanas e n&atilde;o-humanas precisar&atilde;o ser ceifadas? Quantas pandemias? Quantos dolorosos choques de retorno? Quantas enormes consequ&ecirc;ncias?

Sobre tais flagelos, Allan Kardec questionou os Imortais. Vejamos:&nbsp;&ldquo;Quest&atilde;o 738. Para conseguir a melhora da Humanidade, n&atilde;o podia Deus empregar outros meios que n&atilde;o os flagelos destruidores?&nbsp;Pode e os emprega todos os dias, pois que deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. O homem, por&eacute;m, n&atilde;o se aproveita desses meios. Necess&aacute;rio, portanto, se torna que seja castigado no seu orgulho e que se lhe fa&ccedil;a sentir a sua fraqueza.&rdquo;&nbsp;[6]

Que a nossa &ldquo;fraqueza&rdquo;, ou seja, vulnerabilidade perante a Natureza t&atilde;o evidente nesse tempo de isolamento social for&ccedil;ado seja suficiente para a mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos que financiam a destrui&ccedil;&atilde;o da vida na Terra.

A mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos &eacute; mais simples do que parece. Os pr&oacute;prios esp&iacute;ritos na Codifica&ccedil;&atilde;o haviam dito a Allan Kardec:

&ldquo;Quest&atilde;o 909. Poderia sempre o homem, pelos seus esfor&ccedil;os, vencer as suas m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es? Sim, e, frequentemente, fazendo esfor&ccedil;os muito insignificantes. O que lhe falta &eacute; a VONTADE. Ah! Qu&atilde;o poucos dentre v&oacute;s fazem esfor&ccedil;os!&rdquo;

Refer&ecirc;ncias:

[1] XAVIER, F. C.; ANDR&Eacute; LUIZ (Esp&iacute;rito). Os Mensageiros. 47 ed. 6 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2016. 326 p. Cap&iacute;tulo 42 &ldquo;Evangelho no ambiente rural&rdquo;, pp. 255-259, pelo benfeitor Aniceto.

[2] TRIGUEIRO, A. Espiritismo e Ecologia. 3&ordf; ed. 2 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2013. Cap&iacute;tulo &ldquo;Sinais de Alerta&rdquo;. pp. 15-16.

[3] XAVIER, F. C.; EMMANUEL (Esp&iacute;rito). O Consolador. 29 ed. 5 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2017. 305 p. Cap&iacute;tulo 2 &ldquo;Filosofia&rdquo;, item 2.1. &ldquo;Vida&rdquo;, subitem 2.1.1. &ldquo;Aprendizado&rdquo;, quest&atilde;o 129, pp. 90-91.

[4]&nbsp;https://nacoesunidas.org/cerca-de-70-de-novas-doencas-que-infectam-seres-humanos-tem-origem-animal-alerta-onu/?fbclid=IwAR1LNfBQLXwbqmdLJMPNwuI8Sr8CVX1Z8EEiJpPyYIJCjA02J_HAUZzgkn0

[5] FRANCO, D. P.; JOANNA DE &Acirc;NGELIS (Esp&iacute;rito). Garimpo de amor. 6 ed. Salvador: LEAL, 2015. 200 p. Cap&iacute;tulo 16 &ldquo;Amor e plenifica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, pp. 106.

[6] KARDEC, A. O Livro dos Esp&iacute;ritos. Quest&atilde;o 738. Parte Terceira. Das leis morais. Cap&iacute;tulo VI &ndash; Da Lei de Destrui&ccedil;&atilde;o. Flagelos destruidores.

[7] KARDEC, A. O Livro dos Esp&iacute;ritos. Quest&atilde;o 909. Parte Terceira. Das leis morais. Cap&iacute;tulo XII &ndash; Da Perfei&ccedil;&atilde;o Moral. Paix&otilde;es.

Refer&ecirc;ncia do CARD: XAVIER, F. C.; ANDR&Eacute; LUIZ (Esp&iacute;rito). Os Mensageiros. 47 ed. 6 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2016. 326 p. Cap&iacute;tulo 41 &ldquo;Entre &aacute;rvores&rdquo;, pp. 252-253.

&nbsp;

Copyright &copy; 2020 de MOVE &ndash; Movimento pela &Eacute;tica Animal Esp&iacute;rita.

Todos os direitos reservados.

Este artigo ou qualquer parte dele n&atilde;o pode ser reproduzido ou usado sem autoriza&ccedil;&atilde;o expressa, por escrito, do autor ou editor, exceto cita&ccedil;&otilde;es breves devidamente referenciadas]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/64/card-“ninguém-desrespeita-a-natureza-sem-o-doloroso-choque-de-retorno”/</link>
			<description><![CDATA[<p>Seria a pandemia atual um desses dolorosos choques de retorno?</p>

<p>Notadamente, os esp&iacute;ritos em fase de humanidade ainda n&atilde;o assumiram o seu dever sagrado no trato com a Natureza a ponto do benfeitor Aniceto advertir que&nbsp;<em><strong>&ldquo;H&aacute; mil&ecirc;nios a Natureza espera a compreens&atilde;o dos homens&rdquo;</strong></em>&nbsp;e que&nbsp;<em><strong>&ldquo;as for&ccedil;as naturais continuam sofrendo a opress&atilde;o de todas as vaidades humanas.&rdquo;</strong></em>&nbsp;[1]</p>

<p>A racionalidade, ainda enferma, construiu m&aacute;quinas e ideologias que exponenciaram a explora&ccedil;&atilde;o dos animais e ecossistemas, criando a dita&nbsp;<strong>&ldquo;sociedade de consumo&rdquo;</strong>&nbsp;de desejos ef&ecirc;meros, banais e descart&aacute;veis como uma bolha de sab&atilde;o, que amea&ccedil;am toda a vida na Terra.</p>

<p>Mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas; escassez de &aacute;gua doce; produ&ccedil;&atilde;o monumental de lixo; desertifica&ccedil;&atilde;o do solo; destrui&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica e veloz da biodiversidade; sexta extin&ccedil;&atilde;o em massa de esp&eacute;cies animais; acidez dos oceanos e etc t&ecirc;m sido os rastros humanos no planeta, levando os cientistas a declararem que estamos promovendo um verdadeiro ecoc&iacute;dio. [2]</p>

<p>O consumo de animais, para obten&ccedil;&atilde;o da prote&iacute;na, &eacute; outro evidente exemplo, cujo benfeitor Emmanuel ainda l&aacute; na d&eacute;cada de 40, antes mesmo da socializa&ccedil;&atilde;o dos alertas da comunidade cient&iacute;fica sobre a desnecessidade do consumo de animais, j&aacute; havia dito:</p>

<p><em><strong>&ldquo;A ingest&atilde;o das v&iacute;sceras dos animais &eacute; um erro de ENORMES CONSEQU&Ecirc;NCIAS, do qual derivaram numerosos v&iacute;cios da nutri&ccedil;&atilde;o humana. &Eacute; DE LASTIMAR SEMELHANTE SITUA&Ccedil;&Atilde;O, mesmo porque, se o estado de materialidade da criatura exige a coopera&ccedil;&atilde;o de determinadas vitaminas, esses valores nutritivos podem ser encontrados nos produtos de origem vegetal, SEM A NECESSIDADE ABSOLUTA DOS MATADOUROS E FRIGOR&Iacute;FICOS&rdquo;</strong></em>&nbsp;[3].</p>

<p>&Eacute; not&oacute;rio o di&aacute;logo entre o&nbsp;<em><strong>&ldquo;doloroso choque de retorno&rdquo;</strong></em>&nbsp;de Andr&eacute; Luiz e as&nbsp;<strong>&ldquo;enormes consequ&ecirc;ncias&rdquo;</strong>&nbsp;de Emmanuel. Advert&ecirc;ncias que t&ecirc;m sido ignoradas pelo pr&oacute;prio movimento esp&iacute;rita, infelizmente, o qual deveria ser um n&uacute;cleo de ensino de uma &eacute;tica animal e ambiental esp&iacute;rita desde as atividades infanto-juvenis.</p>

<p>Segundo relat&oacute;rio divulgado pela Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para Alimenta&ccedil;&atilde;o e Agricultura (FAO), cerca de 70% das novas doen&ccedil;as que infectaram seres humanos nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas est&atilde;o relacionadas &agrave; cria&ccedil;&atilde;o e consumo de animais. N&atilde;o apenas os animais ex&oacute;ticos e silvestres, mas tamb&eacute;m aqueles estigmatizados como animais de produ&ccedil;&atilde;o, como os bovinos, su&iacute;nos e aves [4].</p>

<p>Essa coisifica&ccedil;&atilde;o daquilo que Deus deu a gra&ccedil;a da vida promove os&nbsp;<strong>&ldquo;dolorosos choques de retorno&rdquo;&nbsp;</strong>e&nbsp;<strong>&ldquo;enormes consequ&ecirc;ncias&rdquo;,&nbsp;</strong>apontando uma necess&aacute;ria e urgente mudan&ccedil;a de condutas individuais e coletivas.</p>

<p>Tal desvio de conduta j&aacute; havia sido advertido por Joanna de &Acirc;ngelis:&nbsp;<em><strong>&ldquo;os devastadores da flora e destruidores da fauna perderam a dire&ccedil;&atilde;o da vida e emaranharam-se no aranzel da desmedida ambi&ccedil;&atilde;o, autodestruindo-se, sempre que investem contra as manifesta&ccedil;&otilde;es sencientes que existem&rdquo;</strong></em><strong>&nbsp;</strong>[5].</p>

<p>A pandemia do Covid19 &eacute; mais um&nbsp;<strong>&ldquo;doloroso choque de retorno&rdquo;&nbsp;</strong>produzido pela a&ccedil;&atilde;o humana. Pois se a origem do novo coronav&iacute;rus decorreu da muta&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus em algum hospedeiro animal saltando para os humanos, a pr&aacute;tica de confinar, abater, comercializar e consumir animais em condi&ccedil;&otilde;es lastim&aacute;veis, insalubres e imorais, apropriad&iacute;ssimas para se produzir uma s&eacute;rie de pandemias,&nbsp;<strong>&eacute; de escolha humana.</strong></p>

<p>Vale lembrar que o ebola teve origem no consumo de morcegos, o HIV na ca&ccedil;a e consumo de pequenos primatas, o CJD (doen&ccedil;a da vaca louca) da cria&ccedil;&atilde;o e consumo de vacas, o H1N1/Influenza A (gripe su&iacute;na) do consumo de porcos, o H5N1 (gripe avi&aacute;ria) da cria&ccedil;&atilde;o e consumo de aves, o MERS do consumo de camelos&hellip;E agora o COVID-19 dos morcegos e pangolins.</p>

<p>Quantas vidas humanas e n&atilde;o-humanas precisar&atilde;o ser ceifadas? Quantas pandemias? Quantos dolorosos choques de retorno? Quantas enormes consequ&ecirc;ncias?</p>

<p>Sobre tais flagelos, Allan Kardec questionou os Imortais. Vejamos:&nbsp;<em><strong>&ldquo;</strong></em><strong>Quest&atilde;o 738. Para conseguir a melhora da Humanidade, n&atilde;o podia Deus empregar outros meios que n&atilde;o os flagelos destruidores?&nbsp;</strong><em><strong>Pode e os emprega todos os dias, pois que deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. O homem, por&eacute;m, n&atilde;o se aproveita desses meios. Necess&aacute;rio, portanto, se torna que seja castigado no seu orgulho e que se lhe fa&ccedil;a sentir a sua fraqueza.&rdquo;</strong></em><strong>&nbsp;</strong>[6]</p>

<p>Que a nossa &ldquo;fraqueza&rdquo;, ou seja, vulnerabilidade perante a Natureza t&atilde;o evidente nesse tempo de isolamento social for&ccedil;ado seja suficiente para a mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos que financiam a destrui&ccedil;&atilde;o da vida na Terra.</p>

<p>A mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos &eacute; mais simples do que parece. Os pr&oacute;prios esp&iacute;ritos na Codifica&ccedil;&atilde;o haviam dito a Allan Kardec:</p>

<p>&ldquo;<strong>Quest&atilde;o 909. Poderia sempre o homem, pelos seus esfor&ccedil;os, vencer as suas m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es? Sim, e, frequentemente, fazendo esfor&ccedil;os muito insignificantes. O que lhe falta &eacute; a VONTADE. Ah! Qu&atilde;o poucos dentre v&oacute;s fazem esfor&ccedil;os!&rdquo;</strong></p>

<p>Refer&ecirc;ncias:</p>

<p>[1] XAVIER, F. C.; ANDR&Eacute; LUIZ (Esp&iacute;rito). Os Mensageiros. 47 ed. 6 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2016. 326 p. Cap&iacute;tulo 42 &ldquo;Evangelho no ambiente rural&rdquo;, pp. 255-259, pelo benfeitor Aniceto.</p>

<p>[2] TRIGUEIRO, A. Espiritismo e Ecologia. 3&ordf; ed. 2 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2013. Cap&iacute;tulo &ldquo;Sinais de Alerta&rdquo;. pp. 15-16.</p>

<p>[3] XAVIER, F. C.; EMMANUEL (Esp&iacute;rito). O Consolador. 29 ed. 5 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2017. 305 p. Cap&iacute;tulo 2 &ldquo;Filosofia&rdquo;, item 2.1. &ldquo;Vida&rdquo;, subitem 2.1.1. &ldquo;Aprendizado&rdquo;, quest&atilde;o 129, pp. 90-91.</p>

<p>[4]&nbsp;<a href="https://nacoesunidas.org/cerca-de-70-de-novas-doencas-que-infectam-seres-humanos-tem-origem-animal-alerta-onu/?fbclid=IwAR1LNfBQLXwbqmdLJMPNwuI8Sr8CVX1Z8EEiJpPyYIJCjA02J_HAUZzgkn0">https://nacoesunidas.org/cerca-de-70-de-novas-doencas-que-infectam-seres-humanos-tem-origem-animal-alerta-onu/?fbclid=IwAR1LNfBQLXwbqmdLJMPNwuI8Sr8CVX1Z8EEiJpPyYIJCjA02J_HAUZzgkn0</a></p>

<p>[5] FRANCO, D. P.; JOANNA DE &Acirc;NGELIS (Esp&iacute;rito). Garimpo de amor. 6 ed. Salvador: LEAL, 2015. 200 p. Cap&iacute;tulo 16 &ldquo;Amor e plenifica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, pp. 106.</p>

<p>[6] KARDEC, A. O Livro dos Esp&iacute;ritos. Quest&atilde;o 738. Parte Terceira. Das leis morais. Cap&iacute;tulo VI &ndash; Da Lei de Destrui&ccedil;&atilde;o. Flagelos destruidores.</p>

<p>[7] KARDEC, A. O Livro dos Esp&iacute;ritos. Quest&atilde;o 909. Parte Terceira. Das leis morais. Cap&iacute;tulo XII &ndash; Da Perfei&ccedil;&atilde;o Moral. Paix&otilde;es.</p>

<p>Refer&ecirc;ncia do CARD: XAVIER, F. C.; ANDR&Eacute; LUIZ (Esp&iacute;rito). Os Mensageiros. 47 ed. 6 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2016. 326 p. Cap&iacute;tulo 41 &ldquo;Entre &aacute;rvores&rdquo;, pp. 252-253.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Copyright &copy; 2020 de MOVE &ndash; Movimento pela &Eacute;tica Animal Esp&iacute;rita.</p>

<p>Todos os direitos reservados.</p>

<p>Este artigo ou qualquer parte dele n&atilde;o pode ser reproduzido ou usado sem autoriza&ccedil;&atilde;o expressa, por escrito, do autor ou editor, exceto cita&ccedil;&otilde;es breves devidamente referenciadas</p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/64/card-“ninguém-desrespeita-a-natureza-sem-o-doloroso-choque-de-retorno”/</guid>
			<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 19:49:47 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Murillo Francisco Cason Est&aacute; no ar a&nbsp;PALESTRA #03 &ndash; O TEMPO URGE PARA A NATUREZA.&nbsp;Por Carolina Pernumiam.

Esta palestra se baseou na seguinte refer&ecirc;ncia:

&ldquo;H&aacute; mil&ecirc;nios a Natureza espera a compreens&atilde;o dos homens.&ldquo;

[XAVIER, F. C.; ANDR&Eacute; LUIZ (Esp&iacute;rito). Os Mensageiros. 47 ed. 6 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2016. 326 p. Cap&iacute;tulo 42 &ldquo;Evangelho no ambiente rural&rdquo;, pp. 255-259, pelo benfeitor Aniceto].

Assista neste link:&nbsp;https://www.youtube.com/watch?v=IM64orQ2R-o&amp;feature=emb_title]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/63/palestra-03-–-o-tempo-urge-para-a-natureza-por-carolina-pernumiam/</link>
			<description><![CDATA[<p>Est&aacute; no ar a&nbsp;<strong>PALESTRA #03 &ndash; O TEMPO URGE PARA A NATUREZA.&nbsp;</strong>Por Carolina Pernumiam.</p>

<p>Esta palestra se baseou na seguinte refer&ecirc;ncia:</p>

<p><strong><em>&ldquo;H&aacute; mil&ecirc;nios a Natureza espera a compreens&atilde;o dos homens.</em></strong>&ldquo;</p>

<p>[XAVIER, F. C.; ANDR&Eacute; LUIZ (Esp&iacute;rito). Os Mensageiros. 47 ed. 6 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2016. 326 p. Cap&iacute;tulo 42 &ldquo;Evangelho no ambiente rural&rdquo;, pp. 255-259, pelo benfeitor Aniceto].</p>

<p>Assista neste link:&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=IM64orQ2R-o&amp;feature=emb_title">https://www.youtube.com/watch?v=IM64orQ2R-o&amp;feature=emb_title</a></p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/63/palestra-03-–-o-tempo-urge-para-a-natureza-por-carolina-pernumiam/</guid>
			<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 19:40:35 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Murillo Francisco Cason O evangelista Lucas registrou o inesquec&iacute;vel di&aacute;logo de Jesus com o doutor da lei, que, tentando o Mestre, perguntou o que fazer para herdar a vida eterna? Jesus respondeu com o Maior Mandamento, aquele de amar a Deus e o pr&oacute;ximo como a ti mesmo. Todavia, antes, Jesus indagou ao doutor da lei como se estivesse perguntando a cada um de n&oacute;s: &ldquo;Que est&aacute; escrito na lei? Como l&ecirc;s?&rdquo;&nbsp;[1].

A l&oacute;gica antropoc&ecirc;ntrica-especista afetou profundamente a rela&ccedil;&atilde;o dos humanos com os n&atilde;o humanos e, consequentemente, a forma como se l&ecirc; os mandamentos divinos. Historicamente, interpretamos que o amor de Deus se restringe somente aos humanos. Que o Maior Mandamento n&atilde;o se aplicaria aos animais e ecossistemas. Que tudo foi feito para servir &agrave; esp&eacute;cie humana.

Mas, a literatura esp&iacute;rita, contribuindo para ressignificar esta forma ainda infantil de sentir e ler a lei divina, demonstrou que o Evangelho n&atilde;o tem geografia e que o amor de Deus &eacute; ilimitado e incondicional, pouco importando a esp&eacute;cie e o reino em que o ser espiritual estagia na sua jornada rumo &agrave; angelitude.

&Eacute; a&iacute; que se insere a&nbsp;&eacute;tica animal (e ambiental) esp&iacute;rita, ajudando a retirar as camadas que se sobrepuseram ao entendimento humano e prejudicaram sua rela&ccedil;&atilde;o com os animais e a Natureza, quando exclu&iacute;ram das suas considera&ccedil;&otilde;es morais os direitos divinos dos animais.

Por isso que quando a benfeitora Joanna de &Acirc;ngelis discorreu sobre o cumprimento do Maior Mandamento, meta de todo crist&atilde;o, frisou:&nbsp;&ldquo;ama pelo caminho, quanto possas, plantas, animais, homens, e te descobrir&aacute;s superiormente amando a Deus&rdquo;.&nbsp;[2]

No mesmo passo, tamb&eacute;m ao discorrer sobre o Maior Mandamento, disse o benfeitor Emmanuel:&nbsp;&ldquo;Escuta a Lei Sublime do Bem (&hellip;) nas p&aacute;ginas vivas da Natureza, aguardando a tua piedade para as &aacute;rvores despejadas, para as fontes polu&iacute;das, para as aves sem ninho ou para os animais desamparados e doentes.&rdquo;&nbsp;[3]

S&atilde;o in&uacute;meros os esp&iacute;ritos que ao discorrer sobre o Maior Mandamento e tamb&eacute;m sobre a Lei de Justi&ccedil;a, Amor e Caridade afirmaram, obviamente, que para cumpri-las devemos vivenciar e movimentar o amor a favor de toda a Natureza e n&atilde;o s&oacute; dos seres humanos.

Tamb&eacute;m nesse sentido, nos ensinou Allan Kardec:&nbsp;&ldquo;N&atilde;o [&hellip;] se pode verdadeiramente amar a Deus sem amar o pr&oacute;ximo, nem amar o pr&oacute;ximo sem amar a Deus. Logo, tudo o que se fa&ccedil;a contra o pr&oacute;ximo o mesmo &eacute; que faz&ecirc;-lo contra Deus&rdquo;&nbsp;[4].

Como amar a Deus sem amar a Sua Cria&ccedil;&atilde;o?

A espiritualidade suplicou um novo pensar, olhar e sentir. Um novo modo de agir, uma nova &eacute;tica, uma nova moral, essencialmente esp&iacute;rita, necessariamente inclusiva aos ecossistemas e ao irm&atilde;o animal.

Que possamos expandir o nosso amor a todos os seres, cumprindo o Maior Mandamento.

.

Refer&ecirc;ncias:
.
[1] DIAS, H. D. O novo testamento. 1 ed. 6 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2017. Evangelho de Lucas, cap&iacute;tulo 10, vers&iacute;culos 25-29, pp. 309.

[2] FRANCO, D. P.; JOANNA DE &Acirc;NGELIS (Esp&iacute;rito). Leis Morais da Vida. 15 ed. Salvador: LEAL, 2014. 224 p. 2&ordf; parte, cap. 1 &ldquo;Amar a Deus&rdquo;, pp. 18.

[3] XAVIER, F. C.; EMMANUEL (Esp&iacute;rito). Alma e luz. Cap&iacute;tulo &ldquo;O maior mandamento&rdquo;.

[4] KARDEC, A. O Evangelho segundo o Espiritismo. Cap&iacute;tulo 15 &ldquo;Fora da caridade n&atilde;o h&aacute; salva&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Item 5 &ldquo;O mandamento maior. Site da FEB.

&nbsp;

Copyright &copy; 2020 de MOVE &ndash; Movimento pela &Eacute;tica Animal Esp&iacute;rita.

Todos os direitos reservados.

Este artigo ou qualquer parte dele n&atilde;o pode ser reproduzido ou usado sem autoriza&ccedil;&atilde;o expressa, por escrito, do autor ou editor, exceto cita&ccedil;&otilde;es breves devidamente referenciadas]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/60/card-ama-pelo-caminho-quanto-possas-plantas-animais-homens-e-te-descobrirás/</link>
			<description><![CDATA[<p>O evangelista Lucas registrou o inesquec&iacute;vel di&aacute;logo de Jesus com o doutor da lei, que, tentando o Mestre, perguntou o que fazer para herdar a vida eterna? Jesus respondeu com o Maior Mandamento, aquele de amar a Deus e o pr&oacute;ximo como a ti mesmo. Todavia, antes, Jesus indagou ao doutor da lei como se estivesse perguntando a cada um de n&oacute;s: &ldquo;<em><strong>Que est&aacute; escrito na lei? Como l&ecirc;s?&rdquo;</strong></em>&nbsp;[1].</p>

<p>A l&oacute;gica antropoc&ecirc;ntrica-especista afetou profundamente a rela&ccedil;&atilde;o dos humanos com os n&atilde;o humanos e, consequentemente, a forma como se l&ecirc; os mandamentos divinos. Historicamente, interpretamos que o amor de Deus se restringe somente aos humanos. Que o Maior Mandamento n&atilde;o se aplicaria aos animais e ecossistemas. Que tudo foi feito para servir &agrave; esp&eacute;cie humana.</p>

<p>Mas, a literatura esp&iacute;rita, contribuindo para ressignificar esta forma ainda infantil de sentir e ler a lei divina, demonstrou que o Evangelho n&atilde;o tem geografia e que o amor de Deus &eacute; ilimitado e incondicional, pouco importando a esp&eacute;cie e o reino em que o ser espiritual estagia na sua jornada rumo &agrave; angelitude.</p>

<p>&Eacute; a&iacute; que se insere a&nbsp;<strong>&eacute;tica animal (e ambiental) esp&iacute;rita</strong>, ajudando a retirar as camadas que se sobrepuseram ao entendimento humano e prejudicaram sua rela&ccedil;&atilde;o com os animais e a Natureza, quando exclu&iacute;ram das suas considera&ccedil;&otilde;es morais os direitos divinos dos animais.</p>

<p>Por isso que quando a benfeitora Joanna de &Acirc;ngelis discorreu sobre o cumprimento do Maior Mandamento, meta de todo crist&atilde;o, frisou:&nbsp;<strong><em>&ldquo;ama pelo caminho, quanto possas, plantas, animais, homens, e te descobrir&aacute;s superiormente amando a Deus&rdquo;.</em></strong>&nbsp;[2]</p>

<p>No mesmo passo, tamb&eacute;m ao discorrer sobre o Maior Mandamento, disse o benfeitor Emmanuel:&nbsp;<em><strong>&ldquo;Escuta a Lei Sublime do Bem (&hellip;) nas p&aacute;ginas vivas da Natureza, aguardando a tua piedade para as &aacute;rvores despejadas, para as fontes polu&iacute;das, para as aves sem ninho ou para os animais desamparados e doentes.&rdquo;&nbsp;</strong></em>[3]</p>

<p>S&atilde;o in&uacute;meros os esp&iacute;ritos que ao discorrer sobre o Maior Mandamento e tamb&eacute;m sobre a Lei de Justi&ccedil;a, Amor e Caridade afirmaram, obviamente, que para cumpri-las devemos vivenciar e movimentar o amor a favor de toda a Natureza e n&atilde;o s&oacute; dos seres humanos.</p>

<p>Tamb&eacute;m nesse sentido, nos ensinou Allan Kardec:&nbsp;<strong><em>&ldquo;N&atilde;o [&hellip;] se pode verdadeiramente amar a Deus sem amar o pr&oacute;ximo, nem amar o pr&oacute;ximo sem amar a Deus. Logo, tudo o que se fa&ccedil;a contra o pr&oacute;ximo o mesmo &eacute; que faz&ecirc;-lo contra Deus&rdquo;&nbsp;</em></strong>[4].</p>

<p>Como amar a Deus sem amar a Sua Cria&ccedil;&atilde;o?</p>

<p>A espiritualidade suplicou um novo pensar, olhar e sentir. Um novo modo de agir, uma nova &eacute;tica, uma nova moral, essencialmente esp&iacute;rita, necessariamente inclusiva aos ecossistemas e ao irm&atilde;o animal.</p>

<p>Que possamos expandir o nosso amor a todos os seres, cumprindo o Maior Mandamento.</p>

<p>.</p>

<p>Refer&ecirc;ncias:<br />
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[1] DIAS, H. D. O novo testamento. 1 ed. 6 imp. Bras&iacute;lia: FEB, 2017. Evangelho de Lucas, cap&iacute;tulo 10, vers&iacute;culos 25-29, pp. 309.</p>

<p>[2] FRANCO, D. P.; JOANNA DE &Acirc;NGELIS (Esp&iacute;rito). Leis Morais da Vida. 15 ed. Salvador: LEAL, 2014. 224 p. 2&ordf; parte, cap. 1 &ldquo;Amar a Deus&rdquo;, pp. 18.</p>

<p>[3] XAVIER, F. C.; EMMANUEL (Esp&iacute;rito). Alma e luz. Cap&iacute;tulo &ldquo;O maior mandamento&rdquo;.</p>

<p>[4] KARDEC, A. O Evangelho segundo o Espiritismo. Cap&iacute;tulo 15 &ldquo;Fora da caridade n&atilde;o h&aacute; salva&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Item 5 &ldquo;O mandamento maior. Site da FEB.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Copyright &copy; 2020 de MOVE &ndash; Movimento pela &Eacute;tica Animal Esp&iacute;rita.</p>

<p>Todos os direitos reservados.</p>

<p>Este artigo ou qualquer parte dele n&atilde;o pode ser reproduzido ou usado sem autoriza&ccedil;&atilde;o expressa, por escrito, do autor ou editor, exceto cita&ccedil;&otilde;es breves devidamente referenciadas</p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/60/card-ama-pelo-caminho-quanto-possas-plantas-animais-homens-e-te-descobrirás/</guid>
			<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 12:46:23 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Murillo Francisco Cason No outono de 1225, enfraquecido pelas enfermidades, quase cego, em estado febril e sozinho numa cabana de palha, Francisco de Assis comp&ocirc;s este canto de amor a toda a cria&ccedil;&atilde;o, conhecido como C&acirc;ntico das Criaturas.

Sobre o C&acirc;ntico, o pr&oacute;prio Francisco de Assis afirmou:&nbsp;&ldquo;para sua gl&oacute;ria (Deus), nossa consola&ccedil;&atilde;o e edifica&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;ximo, desejo compor um novo LOUVOR DAS CRIATURAS DO SENHOR, de que nos servimos todos os dias, sem as quais n&atilde;o podemos viver e PELAS QUAIS O G&Ecirc;NERO HUMANO OFENDE MUITO O CRIADOR&rdquo;.&nbsp;[1]

&Eacute; buscando este mesmo ideal do pobrezinho de Assis que o MOVE te oferece a&nbsp;Campanha C&acirc;ntico das Criaturas, por meio de pequenos coment&aacute;rios das in&uacute;meras mensagens dos benfeitores espirituais sobre a &eacute;tica animal esp&iacute;rita, que ser&atilde;o compartilhadas em&nbsp;nosso&nbsp;canal&nbsp;do&nbsp;youtube, inundando este meio de comunica&ccedil;&atilde;o com louvores &agrave;s Criaturas Irm&atilde;s.

Disse a benfeitora Joanna de &Acirc;ngelis,&nbsp;&ldquo;Na tua simplicidade santa cantaste o hino de louvor a todas as criaturas, chamando-as docemente de irm&atilde;s.&rdquo;&nbsp;[2]&nbsp;&ldquo;O mundo sente saudades de Pai Francisco, anela por ouvir novamente a sua can&ccedil;&atilde;o de ternura dedicada a todos os irm&atilde;os da Natureza.&rdquo;&nbsp;[3]

Que possamos tamb&eacute;m, aben&ccedil;oados por Francisco e Clara, cantar este hino de louvor a Deus e as Criaturas atrav&eacute;s desta Campanha!

Se inscreva em nosso canal no youtube e acompanhe a playlist do C&acirc;ntico das Criaturas, neste link:&nbsp;https://www.youtube.com/watch?list=PLCAYxUSt0uyNapXadfqBGh-fYDSvtKTlg&amp;v=PA7bzLZNtaI]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/59/campanha-cântico-das-criaturas/</link>
			<description><![CDATA[<p>No outono de 1225, enfraquecido pelas enfermidades, quase cego, em estado febril e sozinho numa cabana de palha, Francisco de Assis comp&ocirc;s este canto de amor a toda a cria&ccedil;&atilde;o, conhecido como C&acirc;ntico das Criaturas.</p>

<p>Sobre o C&acirc;ntico, o pr&oacute;prio Francisco de Assis afirmou:&nbsp;<em><strong>&ldquo;para sua gl&oacute;ria (Deus), nossa consola&ccedil;&atilde;o e edifica&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;ximo, desejo compor um novo LOUVOR DAS CRIATURAS DO SENHOR, de que nos servimos todos os dias, sem as quais n&atilde;o podemos viver e PELAS QUAIS O G&Ecirc;NERO HUMANO OFENDE MUITO O CRIADOR&rdquo;.&nbsp;</strong></em>[1]</p>

<p>&Eacute; buscando este mesmo ideal do pobrezinho de Assis que o MOVE te oferece a&nbsp;<strong>Campanha C&acirc;ntico das Criaturas, por meio de pequenos coment&aacute;rios das in&uacute;meras mensagens dos benfeitores espirituais sobre a &eacute;tica animal esp&iacute;rita, que ser&atilde;o compartilhadas em&nbsp;nosso&nbsp;canal&nbsp;do&nbsp;youtube</strong>, inundando este meio de comunica&ccedil;&atilde;o com louvores &agrave;s Criaturas Irm&atilde;s.</p>

<p>Disse a benfeitora Joanna de &Acirc;ngelis,&nbsp;<em><strong>&ldquo;Na tua simplicidade santa cantaste o hino de louvor a todas as criaturas, chamando-as docemente de irm&atilde;s.&rdquo;&nbsp;</strong></em>[2]&nbsp;<strong><em>&ldquo;O mundo sente saudades de Pai Francisco, anela por ouvir novamente a sua can&ccedil;&atilde;o de ternura dedicada a todos os irm&atilde;os da Natureza.&rdquo;&nbsp;</em></strong>[3]</p>

<p>Que possamos tamb&eacute;m, aben&ccedil;oados por Francisco e Clara, cantar este hino de louvor a Deus e as Criaturas atrav&eacute;s desta Campanha!</p>

<p>Se inscreva em nosso canal no youtube e acompanhe a playlist do C&acirc;ntico das Criaturas, neste link:&nbsp;https://www.youtube.com/watch?list=PLCAYxUSt0uyNapXadfqBGh-fYDSvtKTlg&amp;v=PA7bzLZNtaI</p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/59/campanha-cântico-das-criaturas/</guid>
			<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 14:02:49 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Murillo Francisco Cason [S&Eacute;RIE ESPIRITISMO E LIBERTA&Ccedil;&Atilde;O ANIMAL]
.
Ol&aacute;, turma!
.
Est&aacute; no ar a PALESTRA #02 &ndash; CARIDADE, ANIMAL E ESPECISMO, por Rafael Van Erven.
.
Acesse neste link: https://bit.ly/palestramove02
.
Esta palestra se baseou na seguinte refer&ecirc;ncia: &ldquo;Caridade ser&aacute; tolerar com paci&ecirc;ncia o parente necessitado, respeitar as dificuldades do vizinho sem coment&aacute;-las, amparar a crian&ccedil;a tesmalhada na rua ou socorrer a um animal doente&rdquo;.
[XAVIER, F. C.; ESP&Iacute;RITOS DIVERSOS. Escultores de Almas. Cap&iacute;tulo &ldquo;Caridade&rdquo; - Esp&iacute;rito Emmanuel]
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Acessem o Cat&aacute;logo de Refer&ecirc;ncias da &Eacute;tica Animal Esp&iacute;rita em nosso site&nbsp;
.
Toda quarta-feira disponibilizaremos uma nova palestra em nosso YouTube .
.
Se inscrevam l&aacute;!
.
Venham se MOVEr conosco pelos animais, pessoas e toda a Natureza! 💚🙏🏻]]></title>
			<link>https://www.redepax.pt/artigos/58/palestra-02-–-caridade-animal-e-especismo-por-rafael-van-erven/</link>
			<description><![CDATA[<p>[S&Eacute;RIE ESPIRITISMO E LIBERTA&Ccedil;&Atilde;O ANIMAL]<br />
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Ol&aacute;, turma!<br />
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Est&aacute; no ar a PALESTRA #02 &ndash; CARIDADE, ANIMAL E ESPECISMO, por Rafael Van Erven.<br />
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Acesse neste link: https://bit.ly/palestramove02<br />
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Esta palestra se baseou na seguinte refer&ecirc;ncia: &ldquo;Caridade ser&aacute; tolerar com paci&ecirc;ncia o parente necessitado, respeitar as dificuldades do vizinho sem coment&aacute;-las, amparar a crian&ccedil;a tesmalhada na rua ou socorrer a um animal doente&rdquo;.<br />
[XAVIER, F. C.; ESP&Iacute;RITOS DIVERSOS. Escultores de Almas. Cap&iacute;tulo &ldquo;Caridade&rdquo; - Esp&iacute;rito Emmanuel]<br />
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Acessem o Cat&aacute;logo de Refer&ecirc;ncias da &Eacute;tica Animal Esp&iacute;rita em nosso site&nbsp;<br />
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Toda quarta-feira disponibilizaremos uma nova palestra em nosso YouTube .<br />
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Venham se MOVEr conosco pelos animais, pessoas e toda a Natureza! 💚🙏🏻</p>]]></description>
			<guid>https://www.redepax.pt/artigos/58/palestra-02-–-caridade-animal-e-especismo-por-rafael-van-erven/</guid>
			<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 12:15:45 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Murillo Francisco Cason</dc:creator>
		</item>
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